sábado, 8 de novembro de 2008

Diário da NOVA ÁGUIA: 7 de Novembro...



Afinal, a NOVA ÁGUIA esteve presente no Festival Musidanças…

Depois de uns quantos e-mails venenosos, que procuraram criar um ambiente adverso e mesmo inviabilizar a sessão agendada, acabei por confirmar a nossa presença…

A NOVA ÁGUIA não teme ambientes adversos pela simples razão de que não tem esqueletos no armário. Pudessem todos dizer o mesmo…

Quando cheguei, já lá estava o Luís Santos, que fez igualmente questão de estar presente. E não para fazer de meu guarda-costas…Trocámos umas palavras, gracejando sobre o que se passou. Entretanto, chegou o Firmino Pascoal, o nosso anfitrião. Caminho livre, fui para a mesa…

Foi uma sessão particularmente tranquila. Enfatizei que a NOVA ÁGUIA se sentia muito bem num Festival que promove, para mais de forma festiva, a fraternidade lusófona…

Para a NOVA ÁGUIA e o MIL, esse é também o desígnio maior – quem insinua o contrário, só pode ser idiota ou estar de má-fé…

Gostaria de ter enfrentado quem fez as tais insinuações mas, como esperava, quem atirou as pedras escondeu a mão. Ou não esteve presente, ou ficou atrás da cortina…

Finda a sessão, houve ainda tempo de pré-agendar uma sessão em Beja. No início do próximo ano, a NOVA ÁGUIA pretende fazer uns voos mais a sul…

3 comentários:

  1. Renato;
    Nem sempre a ave águia voa em ares tranquilos.
    Creias, no entanto: cerca de 800 identificados ventos favoráveis te apoiavam.
    Não sei, e creio que a maioria de nós também não sabe, sobre o teor dos e-mails venenosos. Uma interpretação, porém, se tira do episódio: estamos a incomodar e isso é positivo. É sinal que nossas propostas têm fundamentos e está a crescer.

    "Ide e pregai aos gentios" disse alguém um dia.

    MIL abraços, com muita honra e orgulho...

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  2. Estão sem guarda costas, então e o vosso monarquista'? Esse corta bem cabeças, nos foruns nacionalistas mete respeitinho a muita gente.

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  3. Há coisas que nem em diários se escrevem...

    Abraço MIL

    Ao irmão lusófono Quasímodo.
    Ao nosso desterrado, mas sempre presente, "monarquista".
    E mesmo à (por vezes) equivocada, e (muitas vezes) irritante, Ariana.

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