Dos que de peito aberto combatem
Dos que a cabeça no cepo põem
Não dos que a assistir, sentados, ficam
Com ar enfastiado, em “superior” silêncio
Uma boca mandando de quando em vez
Ah! Se eles soubessem
Mas não sabem, nem sonham
Sorte a nossa, azar o deles
Nem mais...sei o que isso é.
ResponderEliminarRecuso-me a ficar assim...
Abraço.
Quando esta Águia sair da universidade para o mundo... será já um dragão da estirpe antediluviana - da Atlântida para a Cidade das Cidades, que um dia será...
ResponderEliminarAbraço, Renato.
Ora. Delenda Atlantida.
ResponderEliminarApoiado. Sem combate a vida não vale a pena.
ResponderEliminarAbraço.