quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Sorte a nossa, azar o deles...

Sorte dos que vão a jogo, dos que arriscam
Dos que de peito aberto combatem
Dos que a cabeça no cepo põem

Não dos que a assistir, sentados, ficam
Com ar enfastiado, em “superior” silêncio
Uma boca mandando de quando em vez

Ah! Se eles soubessem
Mas não sabem, nem sonham
Sorte a nossa, azar o deles

4 comentários:

  1. Nem mais...sei o que isso é.


    Recuso-me a ficar assim...

    Abraço.

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  2. Quando esta Águia sair da universidade para o mundo... será já um dragão da estirpe antediluviana - da Atlântida para a Cidade das Cidades, que um dia será...

    Abraço, Renato.

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  3. Apoiado. Sem combate a vida não vale a pena.

    Abraço.

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