(Por um escrito dedicado à Nova Águia)
Não acredites, Nova Águia, não acredites…
Portugal não era um poeta, Portugal é um poeta.
E ser poeta é ser gente, é ser alma, é ser História!
Portugal não sofre de síndroma alguma,
Portugal é todo ele Pessoa desdobrado em heterónimos,
É Reis horaciano sonhando a infância, sofrendo a velhice,
É o simples zagal guiando os rebanhos, sentindo a natureza,
É o que nada tem, mas tem em si todos os sonhos do mundo.
Portugal tem o que o Esteves não tinha, Portugal é um poeta maior!
É um cavaleiro andante à procura de um pouco mais de azul,
É a formosíssima Maria, é a linda Inês, é Marília, é Lianor,
Busca a inspiração no orgulho da sua História.
Da Europa o rosto, já olha e cresce navegando os mares
Na Ciência, na Arte (nem o Fado escreve já com pena).
Restam as Fátimas, a pandemia do Futebol
mas é só o reverso de uma medalha de ouro.
O poeta existe, e crê, e grita em vida de Ramos e Rosa:
Não sou a destruição cega nem a esperança impossível
Sou alguém que espera ser aberto por uma palavra.
Não há medo, nada é decadente, nem obsoleto:
Há sangue novo, há uma Águia Nova que deixou o ninho,
Voa, contempla, plana, caça pelo mundo lusófono,
A nossa palavra – a Língua Portuguesa.
Muito bonito.
ResponderEliminarLi e gostei.
Abraço,
Daniel
é verdade!
ResponderEliminarObrigado, Amiga!
ResponderEliminarViva a Nova Águia e a Novíssima Renascença Portuguesa!
Belo.
ResponderEliminarVoemos.
Beijo*