Dá-lhe um cantil, para de sede não morrer
E dois pães, para não passar fome
Escravos, neste Cortejo, não há
Apenas livres seres
Sem quaisquer algemas
Quem quiser sair, que saia
Quem tiver que voltar, que volte
Para que ninguém se perca, acesa ficará a luz
Caríssimo Renato!
ResponderEliminarEu acho que é este mesmo o espírito!
Mesmo!
Neste momento atravesso um momento difícil e é bom ver-me no meio de amigos. Acho que sim, que o coração que, muitas vezes se nos desata, possa re-encontrar-se no seio da nossa família espiritual.
Há, de facto, aqui um exemplo a cultuar.
Que a integridade e a integralidade nos possa, pois, iluminar sempre. Aqueles que caem podem levantar-se e não haverá falta de força nisso.
E a magnanimidade daqueles que os ajudam e os elevam é digna de nota.
porque estão, deste modo, a incentivar a vinda do que os nossos sonhos mais puros prometem.
Bem Hajam!