
Essencial é entender a imensa diferença (a abissal diferença) entre buscar a resposta às questões suscitadas por Portugal – ou, como agora se diz, pela portugalidade – e buscar a Pergunta a que Portugal é a resposta.
Podia também falar da diferença que há entre a espada e a barca, ou da que há entre a Armadura e a Carne; chamar a atenção para a diferença entre o Nada de que tudo brota e o Nada em que tudo se engolfa. Mas antes quero que medites na inimizade que há entre a Noite e a Treva.
Em todas as coisas, mistério da Elevação. A todo o tempo, o Pórtico.
[fotografia: O Encoberto, de Lima de Freitas]
Além de tudo o que ambos sabemos, o maior gozo em ler-te é saber: que os ganidos no telhado nunca te entenderão; ou seja, o eco fica no «Portugal» que encontram no fundo interior de um garrafão de vinho tinto...
ResponderEliminarAbraço, Caríssimo.
Viva El Rey!
Viva Portugal!
!!!
ResponderEliminarvale a pena meditar sobre...
Abraço.
Klatuu, no vinho está a Verita (e a Anita, e a Rosita); não é mau.
ResponderEliminarRuela, vale! ;)