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quero dizer-te, amor, como verde amanhece
o meu olhar
na solitária areia desta praia.
é de profundas mágoas
que a tua ausência tece
o silêncio das rochas e a minha negra saia.
cantam, porém, secretas águas
nas sombras que guardam a quimera
da claridade.
e os brancos, brancos dedos da saudade
escrevem rotas no mar da minha espera.
quero dizer-te, amor, como verde amanhece
o meu olhar
na solitária areia desta praia.
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pormenor de fotografia de Teresa Brarens.
Amiga... ;)
ResponderEliminarBeijinho.
P. S. Falta muito para o relato do transvio da carta?
O fado e a saudade...
ResponderEliminarTantos de nós nos revemos aí.
Gostei muito da foto: alguém de olhar perdido (imagino eu) a contemplar a lonjura do horizonte.
Beijinhos.
Lindo. Recordei isto.
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