segunda-feira, 7 de abril de 2008

A APEL apelou!

Só se pode entender a atitute da APEL, contra o acordo ortográfico, pelo pânico que sente ao ver que uma edição pode ser muito mais bem feita no Brasil e distribuida em Portugal por menos dinheiro e com mais qualidade que em Portugal, sendo prefeitamente inteligível e num Português mais criativo.

L+G

6 comentários:

  1. Ai e que esta mesmo o busilis da questao!

    As "panelinhas" sempre foram o grande problema de Portugal.

    Espero sinceramente que isto nao se torna em mais uma "piada de Portugues" em terras de Vera Cruaz ...

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  2. Ana , isso não é bem assim ... as panelinhas existem muito mais no Brasil do que cá .
    A questão da Apel não me parece que seja económica , assim como a minha também não é .
    Julgo que qq Português , não Pode , não Quer , não Aceita escrever brasileiro como se estivesse a pensar em Português ...

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  3. LG , o que é isso do Português mais criativo?!?
    Português JÁ é criativo por Natureza !
    Rogério Maciel

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  4. Muito sinceramente, nao acho que seja o abandonar de certas consoantes mudas que vai dar cabo da especificidade do "Portugues Europeu".

    Vejam-se as expressoes idiomaticas e as diferencas de vocabulario entre Portugal e o Brasil: O Acordo Ortografico nao vai de maneira nenhuma acabar com isso.

    Que me perdoem os puristas da ortografia: Estou a escrever dde um teclado Norte-americano que nao tem acentos naem cedilhas.

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  5. Ontem na RTPN, o embaixador do Brasil em Portugal, depois de ripostar e bem, à imbecilidade do presidente da APEL, que dava exemplos de oralidades regionais quando se estava a falar de ortografia, com a repôrter sempre parcial também contra o acordo, sintetizou a posição da APEL, como defensora de interesses estritamente comerciais, acerca do acordo ortográfico, e essa é que é a verdade.

    L+G

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  6. "Prefeito, prefeito"!..
    Nunca li tamanha barbaridade.
    Soubesse o senhor o que passam os portugueses com a vigarice editorial dos brasileiros.. E incompetência. Se conhecesse o mercado estava era calado.

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