Só se pode entender a atitute da APEL, contra o acordo ortográfico, pelo pânico que sente ao ver que uma edição pode ser muito mais bem feita no Brasil e distribuida em Portugal por menos dinheiro e com mais qualidade que em Portugal, sendo prefeitamente inteligível e num Português mais criativo.
L+G
Ai e que esta mesmo o busilis da questao!
ResponderEliminarAs "panelinhas" sempre foram o grande problema de Portugal.
Espero sinceramente que isto nao se torna em mais uma "piada de Portugues" em terras de Vera Cruaz ...
Ana , isso não é bem assim ... as panelinhas existem muito mais no Brasil do que cá .
ResponderEliminarA questão da Apel não me parece que seja económica , assim como a minha também não é .
Julgo que qq Português , não Pode , não Quer , não Aceita escrever brasileiro como se estivesse a pensar em Português ...
LG , o que é isso do Português mais criativo?!?
ResponderEliminarPortuguês JÁ é criativo por Natureza !
Rogério Maciel
Muito sinceramente, nao acho que seja o abandonar de certas consoantes mudas que vai dar cabo da especificidade do "Portugues Europeu".
ResponderEliminarVejam-se as expressoes idiomaticas e as diferencas de vocabulario entre Portugal e o Brasil: O Acordo Ortografico nao vai de maneira nenhuma acabar com isso.
Que me perdoem os puristas da ortografia: Estou a escrever dde um teclado Norte-americano que nao tem acentos naem cedilhas.
Ontem na RTPN, o embaixador do Brasil em Portugal, depois de ripostar e bem, à imbecilidade do presidente da APEL, que dava exemplos de oralidades regionais quando se estava a falar de ortografia, com a repôrter sempre parcial também contra o acordo, sintetizou a posição da APEL, como defensora de interesses estritamente comerciais, acerca do acordo ortográfico, e essa é que é a verdade.
ResponderEliminarL+G
"Prefeito, prefeito"!..
ResponderEliminarNunca li tamanha barbaridade.
Soubesse o senhor o que passam os portugueses com a vigarice editorial dos brasileiros.. E incompetência. Se conhecesse o mercado estava era calado.