Do horizonte do que venho despido
até o limiar que ainda não vejo
se espalha tudo que tenho lido
e também a paisagem que desejo
a terra natal e a tumba na noite de luar
riso da girassol nos campos em expectativa
grávida da vida e da morte sempre viva
escuto mais nada do que um murmurar
das formas e cores e corpos que leio
runas transparentes escrito no ar
a mapa a que me refiro é terra e mar
frondoso e ermo com linhas cheio
e a alma que é um vento do meu meio
me leva num porto de um ignoto lugar.
Lindos versos... adorei !
ResponderEliminarFantastico Dirk! Por favor, continue a mimar-nos com as suas poesias.
ResponderEliminarQue venham mais e muitos sejam, que o prazer de os ler será nosso.
ResponderEliminarAbraço.