São as ruínas que nos revelam a natureza de tudo o que é construído e, ao mesmo tempo, o espaço aberto, o incriado. Um templo em ruínas cumpre a sua essência, deixando de encobrir o sagrado na forma da sua epifania e do culto que se lhe vota. Por isso é também na sua derrocada que a civilização liberta as suas supremas possibilidades. Como no tempo que vivemos. Mas isto só o suportarão com proveito almas subtis e fortes.
É essa uma das belezas de Portugal e dos países Europeus em geral: O dedo da humanidade na paisagem enraiza-nos em tempos imemoriais e ao mesmo tempo transporta-nos para futuros sonhados, mostrando ao memo tempo a consistência e a transitoriedade do presente e libertando-nos dos seus limites. Algo que também se verifica em certas cidades da América Latina, como Salvador da Bahia ou Ouro Preto.
São as ruínas que nos revelam a natureza de tudo o que é construído e, ao mesmo tempo, o espaço aberto, o incriado. Um templo em ruínas cumpre a sua essência, deixando de encobrir o sagrado na forma da sua epifania e do culto que se lhe vota. Por isso é também na sua derrocada que a civilização liberta as suas supremas possibilidades. Como no tempo que vivemos. Mas isto só o suportarão com proveito almas subtis e fortes.
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