Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
A Águia foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.
A NOVA ÁGUIA pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado ao século XXI, conforme se pode ler no nosso Manifesto.
Tal como n’ A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas:
- 1º número (1º semestre de 2008): A ideia de Pátria: sua actualidade.
- 2º número (2º semestre de 2008): António Vieira e o futuro da Lusofonia.
- 3º número (1º semestre de 2009): O legado de Agostinho da Silva, 15 anos após a sua morte.
- 4º número (2º semestre de 2009): Pascoaes, Portugal e a Europa: 20 anos após a queda do Muro de Berlim.
- 5º número (1º semestre de 2010): Os 100 anos d' A Águia e a situação cultural de hoje.
- 6º número (2º semestre de 2010): A República, 100 anos depois.
- 7º número (1º semestre de 2011): Fernando Pessoa: "Minha pátria é a língua portuguesa" (nos 15 anos da CPLP).
- 8º número (2º semestre de 2011): O Pensamento da Cultura de Língua Portuguesa: nos 30 anos da morte de Álvaro Ribeiro.
- 9º número (1º semestre de 2012): Nos 100 anos da Renascença Portuguesa: como será Portugal daqui a 100 anos?
- 10º número (2º semestre de 2012): Leonardo Coimbra, Dalila Pereira da Costa, Manuel Laranjeira e João de Deus: Razão e Espiritualidade.
- 11º número (1º semestre de 2013): "Da minha língua vê-se o mar": o Mar e a Lusofonia.
- 12º número (2º semestre de 2013): O pensamento de António Quadros - nos 20 anos do seu falecimento.
- 13º número (1º semestre de 2014): O balanço de Abril, 40 anos depois - nos 20 anos do falecimento de Agostinho da Silva.
- 14º número (2º semestre de 2014): 80 Anos da "Mensagem" – 8 Séculos da Língua Portuguesa.
- 15º número (1º semestre de 2015): Nos 100 Anos do “Orpheu” e da "Arte de Ser Português"
- 16º número (2º semestre de 2015): Quem tem medo da Filosofia Lusófona? Nos 100 anos do falecimento de Sampaio Bruno.
- 17º número (1º semestre de 2016): A importância das Diásporas para a Lusofonia.
- 18º número (2º semestre de 2016): Autores em destaque - Ariano Suassuna, Delfim Santos e Vergílio Ferreira.
- 19º número (1º semestre de 2017): O Balanço da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ; Afonso de Albuquerque: 500 anos depois.
- 20º número (2º semestre de 2017): José Rodrigues (no ano da sua morte); Raul Brandão (nos 150 anos do seu nascimento); Francisco Manuel de Melo (nos 350 anos da sua morte).
- 21º número (1º semestre de 2018): Ainda sobre José Rodrigues; Fidelino de Figueiredo (nos 50 anos da sua morte); António Nobre e Raul Brandão (nos 150 anos do seu nascimento).
- 22º número (2º semestre de 2018): V Congresso da Cidadania Lusófona; Dalila Pereira da Costa (nos 100 anos do seu nascimento); Francisco do Holanda (nos 500 anos do seu nascimento).
- 23º número (1º semestre de 2019): Nos 10 anos do MIL: Movimento Internacional Lusófono); Almada Negreiros; ainda sobre Dalila Pereira da Costa.
- 24º número (2º semestre de 2019): Afonso Botelho (nos 100 anos do seu nascimento).
Para o 24º número, os textos devem ser enviados até ao final de Junho.
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.
EDITORIAL NOVA ÁGUIA 22
Em todos os seus números, a Revista NOVA ÁGUIA tem assumido o propósito de, sem qualquer complexo histórico, dar voz às várias culturas lusófonas. Eis o que neste número uma vez mais acontece, de forma particularmente eloquente, desde logo na secção de abertura, onde publicamos uma selecção de textos apresentados no V Congresso da Cidadania Lusófona, promovido pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono.
Na secção seguinte, publicamos uma dezena de textos sobre Dalila Pereira da Costa, cujo centenário do nascimento se comemora em 2018. Depois de já a termos homenageado no ano do seu falecimento (2012), promovemos este ano um Ciclo Evocativo sobre a sua Obra no Palacete Viscondes de Balsemão, no Porto, sua cidade natal, onde alguns dos textos que aqui publicamos foram apresentados em primeira mão.
A par de Dalila Pereira da Costa, Francisco de Holanda é a grande figura em destaque neste número da NOVA ÁGUIA. Em 2017 assinalaram-se os quinhentos anos do seu nascimento e o Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, em parceria com outras entidades, promoveu, na Biblioteca Nacional, em Lisboa, um Colóquio sobre a sua “Pintura e Pensamento”. No essencial, são os textos apresentados nesse Colóquio que aqui publicamos: dezena e meia de textos, que dão conta das diversas facetas de uma obra absolutamente singular no âmbito da cultura lusófona.
Temos depois uma série de outras “Evo(o)cações”, naturalmente mais breves: de Albano Martins, que nos deixou neste ano, até Dora Ferreira da Silva e Manuel Antunes (que completariam igualmente cem anos em 2018), passando por outras figuras não menos relevantes – nomeadamente, Ferreira Deusdado, falecido há cem anos (e que será o autor de referência do IV Colóquio do Atlântico, por iniciativa do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, da Universidade dos Açores e da Universidade Católica Portuguesa).
Na secção seguinte, “Outros voos”, mantemos essa senda lusófona, começando por dois ensaios: um sobre a “Expressão e Sentido da Saudade na poesia angolana e moçambicana”, outro sobre o “Ensino da Filosofia em Cabo Verde”. Como igualmente tem sido hábito, publicamos, em “Extravoo”, mais alguns inéditos – nomeadamente, de Agostinho da Silva e António Telmo, dois autores de referência para a NOVA ÁGUIA. Por fim, em “Bibliáguio”, publicamos uma série de recensões de algumas obras recentemente lançadas (parte das quais publicadas também com a nossa chancela), e, em “Memoriáguio”, registamos fotograficamente alguns eventos para memória futura.
A Direcção da NOVA ÁGUIA
Post Scriptum: Dedicamos este número, no plano pessoal, a Manuel Ferreira Patrício, que completou em Setembro oitenta anos (particularmente fecundos) de vida – no próximo número, publicaremos um extenso ensaio, de Emanuel Oliveira Medeiros, sobre a sua Obra. No plano institucional, dedicamos este número à Academia Internacional da Cultura Portuguesa, que, em Junho deste ano, honrou o MIL: Movimento Internacional Lusófono (e, por extensão, a NOVA ÁGUIA) com a distinção de “Instituição Honorária”. À Academia Internacional da Cultura Portuguesa, na pessoa de Adriano Moreira, o nosso público reconhecimento por tão honrosa distinção.
NOVA ÁGUIA Nº 22: ÍNDICE
NOVA ÁGUIA Nº 22: ÍNDICE
Editorial…5
CIDADANIA LUSÓFONA: V CONGRESSO
Intervenções de Adriano Moreira (p. 8), Braima Cassamá (p. 10), Delmar Maia Gonçalves (p. 11), Elter Manuel Carlos (p. 12), Isabel Potier (p. 15), Ivonia Nahak Borges (p. 16), Luísa Timóteo (p. 18), Maria Dovigo (p. 18), Mariene Hildebrando e Paulo Manuel Sendim Aires Pereira (p. 21), Valentino Viegas (p. 23), Zeferino Boal (p. 26) e Carlos Mariano Manuel (p. 27).
DALILA PEREIRA DA COSTA, 100 ANOS DEPOIS
DALILA PEREIRA DA COSTA: NOTA BIO-BIBLIOGRÁFICA | Rui Lopo…32
IN VOCAÇÃO | Alexandre Teixeira Mendes…35
DALILA PEREIRA DA COSTA E A MITOLOGIA PORTUGUESA | António Braz Teixeira…36
DALILA PEREIRA DA COSTA E A NATUREZA MATRIARCAL DE PORTUGAL | Artur Manso…42
A COROGRAFIA SAGRADA NA OBRA DE DALILA PEREIRA DA COSTA | Joaquim Domingues…51
ENCONTRO NA NOITE: ACERCA DO ONIRISMO MÍSTICO DE DALILA PEREIRA DA COSTA | José Rui Teixeira…56
COM DALILA NO REEGA…GAÇO DE ATAEE…GINA | Maria José Leal…61
DA SUBLIMAÇÃO DA MULHER NO PENSAMENTO DE DALILA PEREIRA DA COSTA | Maria Luísa de Castro Soares…67
DALILA: O PANO DE FUNDO OU UMA PREMISSA INTERPRETATIVA ESSENCIAL | Pedro Sinde…74
LEMBRANÇA DE UMA TESE DE DALILA | Pinharanda Gomes…76
FRANCISCO DE HOLANDA, 5 SÉCULOS DEPOIS
O SENTIDO METAFÍSICO DA CRIAÇÃO EM FRANCISCO DE HOLANDA: ARTE E SER | Américo Pereira…80
FRANCISCO DE HOLANDA, OU DE COMO DESENHAR OS NOVOS MUNDOS POR ACHAR | António Moreira Teixeira…83
FRANCISCO DE HOLANDA, O VARÃO ILUSTRE, CENSURADO E ESQUECIDO | Delmar Domingos de Carvalho…93
FRANCISCO DE HOLANDA: DA IMITAÇÃO À IDEIA | Idalina Maia Sidoncha…94
FRANCISCO DE HOLANDA E O DIÁLOGO LUSO-ITALIANO NO CONTEXTO DO RENASCIMENTO EUROPEU DO SÉC. XVI | José Almeida…101
FRANCISCO DE HOLANDA E O FUROR DIVINO | José Eliézer Mikosz…106
A VISÃO DE LIMA DE FREITAS SOBRE O OLHAR DE FRANCISCO DE HOLANDA | Lígia Rocha…113
A TEORIA ESTÉTICO-METAFÍSICA DA PINTURA DE FRANCISCO DE HOLANDA | Manuel Cândido Pimentel…121
A CIDADE DA ALMA EM FRANCISCO DE HOLANDA | Manuel Curado…126
FRANCISCO DE HOLANDA E A ARTE | Maria de Lourdes Sirgado Ganho…134
OS MEDALHÕES NA OBRA DE FRANCISCO DE HOLANDA | Maria Teresa Amado…127
APONTAMENTO SOBRE FRANCISCO DA HOLANDA | Mário Vítor Bastos…143
FRANCISCO DE HOLANDA: A CIRCULAÇÃO DO SABER EM ARQUITETURA NO SÉCULO XVI | Paulo de Assunção…153
A NOÇÃO DE ARTE COMO PARTICIPAÇÃO DA CRIAÇÃO DIVINA, NO MISTICISMO MANEIRISTA DE FRANCISCO DE HOLANDA | Samuel Dimas…165
A TEORIA DO PINTOR NA OBRA DE FRANCISCO DE HOLANDA | Teresa Lousa…170
OUTRAS EVO(O)CAÇÕES
AGOSTINHO DA SILVA | Pedro Martins…176
ALBANO MARTINS | António Fournier e António José Borges…181
ANTÓNIO BRAZ TEIXEIRA | Samuel Dimas…184
ANTÓNIO CABRAL | Manuela Morais…195
ANTÓNIO QUADROS | José Lança-Coelho…196
CASAIS MONTEIRO | António Braz Teixeira…197
DORA FERREIRA DA SILVA | Constança Marcondes César…200
FERREIRA DEUSDADO | Artur Manso…202
MANOEL TAVARES RODRIGUES-LEAL | Luís de Barreiros Tavares…212
MANUEL ANTUNES | Nuno Sotto Mayor Ferrão…216
MÁRCIA DIAS | Zeferino Boal…218
OUTROS VOOS
EXPRESSÃO E SENTIDO DA SAUDADE NA POESIA ANGOLANA E MOÇAMBICANA DA GERAÇÃO DE 1985 | António Braz Teixeira…220
BREVE REFLEXÃO SOBRE O ENSINO DA FILOSOFIA EM CABO VERDE | Elter Manuel Carlos…224
PARA UMA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DA MÃE | José Eduardo Franco…231
A FISSURA NA MURALHA OU O “PRINCÍPIO DA AUTODETERMINAÇÃO” | Pedro Sinde…233
DOZE DEAMBULAÇÕES PRÓ-LUSÓFONAS | Renato Epifânio…235
AUTOBIOGRAFIA 5 | Samuel Dimas…248
EXTRAVOO
VIDA CONVERSÁVEL - SEGUNDA PARTE (CONTINUAÇÃO) | Agostinho da Silva…262
DIÁLOGOS DO MÊS DE OUTUBRO (EXCERTO) | António Telmo…264
BIBLIÁGUIO
A VIA LUSÓFONA III | Miguel Real…270
AMADEO DE SOUZA-CARDOSO: A FORÇA DA PINTURA & A “RENASCENÇA PORTUGUESA”: PENSAMENTO, MEMÓRIA E CRIAÇÃO | Renato Epifânio…272
NO REGAÇO DE ATAEGINA | José Almeida…274
MESTRES DA LÍNGUA PORTUGUESA | Jorge Chichorro Rodrigues…275
POEMÁGUIO
RENASCER A SUL | Maria Luísa Francisco…30
EXPRESSAR UM ISMO; PROVA DEVIDA | António José Borges…31
ABORRECIMENTO | Arthur Grupillo…174-175
DOM SEBASTIÃO, O QUE NÃO DESCANSA; IBN QASI, TODA A VIDA NA MORTE | Jesus Carlos…215
FAZEMOS METÁFORAS; PEREGRINAÇÃO | Samuel Dimas…261
ROSTO; RESIDUAL; ARRAIS; CUNEIFORME; ANJO | Luísa Borges…268-269
CRONOS & KAIROS; PRINCIPIUM SAPIENTIAE | Paulo Ferreira da Cunha…279
MEMORIÁGUIO…280
MAPIÁGUIO…281
ASSINATURAS…281
COLECÇÃO NOVA ÁGUIA…284
Para agendar um lançamento: novaaguia@gmail.com; 967044286.
MAPIÁGUIO (mapa de locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA): Albufeira, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guimarães, João Pessoa (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
Nota: Muitos destes lançamentos, não só no país como por todo o espaço lusófono, só têm sido possíveis pelo apoio que a este projecto tem sido dado, desde a primeira hora, pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono. O nosso público reconhecimento por isso. Desta forma, a NOVA ÁGUIA tem tido uma projecção não apenas estritamente nacional mas lusófona.
PARA ASSINAR A NOVA ÁGUIA:
https://zefiro.pt/as-nossas-coleccoes-zefiro-revista-nova-aguia-assinaturas
O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural
Ângelo Alves, "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo"
Manuel Ferreira Patrício, sobre o MIL e a NOVA ÁGUIA
In AA.VV. "A Vida como Projecto. na senda de Ortega e Gasset", Universidade de Évora Edições, 2014, p. 13.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
HOJE, 153º LANÇAMENTO DA NOVA ÁGUIA...
Com a presença de Fernando Dacosta, José Carlos Neto, Miguel Real e Renato Epifânio
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Próximo Sábado...
No dia 12 de Dezembro, antevéspera do aniversário da morte do poeta-filósofo Teixeira de Pascoaes (14.12.1952), a NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI e a CÂMARA MUNICIPAL DE AMARANTE assinalam a data com uma sessão a realizar-se, a partir das 15h30, na Biblioteca Ilídio Sardoeira, que contará com a presença de Carlos Magno, Celeste Natário, Pedro Baptista e Salvato Trigo.
domingo, 6 de dezembro de 2009
PRÓXIMA SEXTA, 153º LANÇAMENTO DA NOVA ÁGUIA...
11.12.09 - 21h30: Academia Problemática e Obscura (Setúbal)
Com a presença de Fernando Dacosta, José Carlos Neto, Miguel Real e Renato Epifânio.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
HOJE, 152º LANÇAMENTO DA NOVA ÁGUIA...
21h00 na Casa das Cenas - Educação pela Arte, Atelier Mª Almira Medina
Rua Gil Vicente, nº 5, Sintra Vila (Sintra- Estancionamento na Volta do Duche e atrás do Palácio das Chaminés)
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
HOJE, MAIS 3 LANÇAMENTOS DA NOVA ÁGUIA...
02.12.09 - 18h30: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Apresentação de José Meirinhos (Professor da FLUP)
02.12.09 - 21h30: Clube Literário do Porto
Apresentação de Germano Silva (Jornalista da Revista "Visão")
02.12.09 - 23h00: Labirinto Bar (Porto)
Em conjunto com o lançamento da obra "Por menor que eu seja", de Maria Teresa Mota
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Lançamento da NA em Brasília...
(assistência)
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(Santiago Naud, João Ferreira e Lúcia Helena Alves de Sá)
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Texto lido na sessão:
A Língua Portuguesa originou-se na região de Galiza, primeiro berço do Português, é falada atualmente em países como Portugal, Brasil, Timor-Leste, Cabo-Verde, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, além de regiões da Índia e da China. A larga abrangência desse idioma proporcionou a criação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em 17 de julho de 1996. E as referências à sua fundamentação, acadêmicas ou oficiais, devem citar a personalidade de Agostinho da Silva, apoiada, entre outros, por José Aparecido de Oliveira, ex-embaixador do Brasil em Portugal, que conclamou os países de Língua Portuguesa à formação da Comunidade.
A CPLP coloca em evidência que a lusofonia é a marca de uma atitude, voltada para a tolerância e para o convívio aberto entre os povos, conferindo a cada um deles identidade própria em consonância com as suas legítimas aspirações. Tem sido promotora das relações amistosas e equânimes entre os Estados-membros da Comunidade que, mantendo e promovendo, por meio da Língua Portuguesa, a identidade cultural dos sócios, contribui para que o amálgama da globalização e seus elementos culturais exógenos não empobreçam e fragilizem as potencialidades culturais de portugueses, timorenses, africanos e brasileiros. Ademais, a CPLP deve manter-se mais operante, pragmática no mundo da lusofonia a um contexto que a leve a avançar mais na cena internacional, valorizando a Língua Portuguesa e as reformas a ela pertinentes — para melhor traduzir-se em qualidade de vida e asseveração da dignidade humana — e creditando, sobretudo, diálogo e cooperação para que os seus sócios encontrem suas afirmações soberanas, “[...] elevando o orgulho de [seus] povos com suas origens culturais [...].”1, porque só assim poderão compartir de interesses comuns e precisos nas áreas econômica, social, política, educacional e ambiental.
Hoje, neste breve evento da “Convergência da Língua Portuguesa”, o pensamento de Agostinho da Silva faz-se presente em palavras e em ação. Ação que corresponde ao respeito às diferenças e ao diálogo fraterno entre as pessoas que aqui estão, unidas pela mesma máter cultural.
Durante os 25 anos vividos no Brasil, o professor Agostinho da Silva fundou vários centros de estudos, entre eles, o Centro de Estudos Africanos, na Universidade Federal da Bahia em 1950, iniciando o estudo da história e da cultura africanas, visto que se partia da noção zero de que ninguém sabia realmente coisa alguma do continente africano. Foi a primeira vez que uma Universidade no Brasil tinha consigo a comunidade negra da Bahia chamada “[...] para discutir assuntos universitários, para dar, por exemplo, a sua opinião sobre a maneira como a Universidade deve comportar-se face à sociedade.”2.
A propósito e sob uma prerrogativa humanista, Brasília, a capital da esperança, deveria melhor entender a África — as línguas africanas as tradições de seus povos pertencentes a tribos diversas, o papel dos africanos nas sociedades domésticas e nas relações políticas e econômicas, a mentalidade e os costumes do homem negro — antes que suas características se percam face à premissa da democracia racial revelada um mito ou ao desconhecimento acerca da história e da realidade contemporânea dos países africanos de Língua Portuguesa.
E perspectivando sempre uma melhor Futura-Idade para o mundo da lusofonia como idealizou Agostinho da Silva em seus projetos pedagógicos, precisamos transmitir aos mais jovens os arquétipos implícitos do humano que pouco circulam e não impressionam mais. Ou, mais grave ainda, são tomados ao preconceito e à intolerância. “Ilusão ou realidade, o passado se afasta vertiginosamente e desaparece. Por sua vez, a perda do passado provoca fatalmente a perda do futuro.”3.
É necessária a fundamentação Histórica, Antropológica, Sociológica e Filosófica para se estudar África, bem como toda a cultura de Língua Portuguesa, para que possamos assegurar a memória dos povos que compõem a CPLP, reinventando tudo o que lhes garanta a existência fraterna e igualitária. Esta foi a tarefa de Agostinho da Silva cuja práxis pedagógica, extremamente interessada por divulgações culturais diversas, selou, no Brasil, a perpetuação de nossas raízes históricas. Aliás, raízes cativas, por um lado, ao legado cultural africano — com reflexos na conformação musical, religiosa e gastronômica, tornando as relações com o continente africano algo natural — e, por outro, à grei portuguesa — aquela que traz em si a marca da memória da aventura em ilíadas ou odisseias terras inexploradas.
Além de África, Agostinho da Silva também valorizou o Timor-Leste, os timorenses que têm “[...] um gosto, um respeito pela Língua Portuguesa e por Portugal no aspecto até religioso. O Timor-Leste tem um estatuto naturalmente diferente: povo de uma amizade inolvidável. A cultura e a história desse povo, que ontem festejou 10 anos de restauração da Independência, está guardada por seus escritores ainda desconhecidos no cenário brasileiro e que devem ser logo apreciados. Os escritores timorenses Luís Cardoso e Domingos de Sousa são referências na prosa. Relativamente à poesia, apontamos Fernando Sylvan e o próprio Xanana Gusmão.
Deve-se, também, a Agostinho da Silva a fundação do Centro Brasileiro de Estudos Portugueses, à época da inauguração da Universidade de Brasília, cujo imenso e vário acervo bibliográfico deve ser resgatado o quanto antes e dado a conhecer à comunidade em geral. E já que Agostinho da Silva foi um dos idealizadores do projeto da Universidade de Brasília, essa Instituição não pode ficar à margem da “Convergência da Língua Portuguesa”.
domingo, 29 de novembro de 2009
ESTA SEMANA, MAIS 5 LANÇAMENTOS DA NOVA ÁGUIA...
02.12.09 - 18h30: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Apresentação de José Meirinhos (Professor da FLUP)
02.12.09 - 21h30: Clube Literário do Porto
Apresentação de Germano Silva (Jornalista da Revista "Visão")
02.12.09 - 23h00: Labirinto Bar (Porto)
Em conjunto com o lançamento da obra "Por menor que eu seja", de Maria Teresa Mota
03.12.09 - 16h30: Biblioteca Municipal de S. João da Madeira
04.12.09 - 21h00: Casa das Cenas (Sintra)
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
HOJE, MAIS 2 LANÇAMENTOS DA NOVA ÁGUIA...
25.11.09 - 18h30: Sociedade de Língua Portuguesa (Lisboa)
25.11.09 - 19h30: Loja Rosa-Cruz Amorc (Lisboa)
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
ESTA QUARTA, MAIS 2 LANÇAMENTOS DA NOVA ÁGUIA...
25.11.09 - 18h30: Sociedade Língua Portuguesa (Lisboa)
25.11.09 - 19h30: Loja Rosa-Cruz Amorc (Lisboa)
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
HOJE, 144º LANÇAMENTO DA NOVA ÁGUIA...
20.11.09 - 21h00: Centro Cultural de Oeiras
AUDITÓRIO CÉSAR BATALHA, NO CENTRO COMERCIAL DO ALTO DA BARRA
Com a presença de Miguel Real e Renato Epifânio
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Dia 12 de Dezembro, em Amarante, mais um lançamento da NOVA ÁGUIA 4
12.12.09 - 15h00: Biblioteca Ilídio Sardoeira (Amarante)
Com as presenças, já confirmadas, de António Mega Ferreira, Carlos Magno, Pedro Baptista e Salvato Trigo.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
28ª Feira do Livro de Brasília...
A 28ª Feira do Livro de Brasília acontece de 20 a 29 de novembro no Pátio Brasil (Avenida W3 Sul) e homenageia Timor-Leste em solenidade cívica e cultural no dia 28 de novembro, sob a coordenação de Victor Alegria, Editor da Thesaurus.
A programação é imensa e variada, mas destaco 3 momentos culturais que envolvem a Lusofonia, sob a coordenação de Lúcia Helena Sá:
Dia 26/11: relançamento do livro Os Painéis de D. Afonso V e o Futuro do Brasil, de José Luís Poças Leitão Conceição Silva, no Café Literário, das 17:00 às 18:00
Dia 29/11: Lançamento do nº4 da revista Nova Águia, no Café Literário, das 17:30 às 18:30, que contará com a presença dos professores e poetas João Ferreira e Santiago Naud.
Dia 29/11: "Convergência da Língua Portuguesa", no Espaço Athos Bulcão, das 19:30 às 22:00, contando com a presença do Embaixador do Timor-Leste Domingos de Sousa, Amândio Silva, Carmem Batista (Mestra em História da África) e Amon Coti François (Conselheiro Cultural da Costa do Marfim).
sábado, 14 de novembro de 2009
HOJE, MAIS 2 LANÇAMENTOS DA NOVA ÁGUIA...
14.11.09 - 15h00: Biblioteca Municipal de Espinho
14.11.09 - 17h00: Casa da Cultura de Paranhos (Porto)
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
HOJE, 140º LANÇAMENTO DA NOVA ÁGUIA...
13.11.09 - 21h00: Galeria-Bar Santa Clara (Coimbra)
Rua António Augusto Gonçalves, 67
Apresentação de António Pedro Pita
terça-feira, 10 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
ESTA SEXTA, LANÇAMENTO EM COIMBRA...
13.11.09 - 21h00: Galeria-Bar Santa Clara (Coimbra)
Rua António Augusto Gonçalves, 67
Apresentação de António Pedro Pita
