EM TODO O PAÍS & MUNDO LUSÓFONO: LANÇAMENTOS NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".

A Águia foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.

A NOVA ÁGUIA pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado ao século XXI, conforme se pode ler no nosso
Manifesto.

Tal como n’ A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas:

- 1º número (1º semestre de 2008): A ideia de Pátria: sua actualidade.

- 2º número (2º semestre de 2008): António Vieira e o futuro da Lusofonia.

- 3º número (1º semestre de 2009): O legado de Agostinho da Silva, 15 anos após a sua morte.

- 4º número (2º semestre de 2009): Pascoaes, Portugal e a Europa: 20 anos após a queda do Muro de Berlim.

- 5º número (1º semestre de 2010): Os 100 anos d' A Águia e a situação cultural de hoje.

- 6º número (2º semestre de 2010): A República, 100 anos depois.

- 7º número (1º semestre de 2011): Fernando Pessoa: "Minha pátria é a língua portuguesa" (nos 15 anos da CPLP).

- 8º número (2º semestre de 2011): O Pensamento da Cultura de Língua Portuguesa: nos 30 anos da morte de Álvaro Ribeiro.

- 9º número (1º semestre de 2012): Nos 100 anos da Renascença Portuguesa: como será Portugal daqui a 100 anos?

- 10º número (2º semestre de 2012): Leonardo Coimbra, Dalila Pereira da Costa, Manuel Laranjeira e João de Deus: Razão e Espiritualidade.

- 11º número (1º semestre de 2013): "Da minha língua vê-se o mar": o Mar e a Lusofonia.

- 12º número (2º semestre de 2013): O pensamento de António Quadros - nos 20 anos do seu falecimento.

- 13º número (1º semestre de 2014): O balanço de Abril, 40 anos depois - nos 20 anos do falecimento de Agostinho da Silva.

- 14º número (2º semestre de 2014): 80 Anos da "Mensagem" – 8 Séculos da Língua Portuguesa.

- 15º número (1º semestre de 2015): Nos 100 Anos do “Orpheu” e da "Arte de Ser Português"

- 16º número (2º semestre de 2015): Quem tem medo da Filosofia Lusófona? Nos 100 anos do falecimento de Sampaio Bruno.

- 17º número (1º semestre de 2016): A importância das Diásporas para a Lusofonia.

- 18º número (2º semestre de 2016): Autores em destaque - Ariano Suassuna, Delfim Santos e Vergílio Ferreira.

- 19º número (1º semestre de 2017): O Balanço da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ; Afonso de Albuquerque: 500 anos depois.

- 20º número (2º semestre de 2017): José Rodrigues (no ano da sua morte); Raul Brandão (nos 150 anos do seu nascimento); Francisco Manuel de Melo (nos 350 anos da sua morte).

- 21º número (1º semestre de 2018): Ainda sobre José Rodrigues; Fidelino de Figueiredo (nos 50 anos da sua morte); António Nobre e Raul Brandão (nos 150 anos do seu nascimento).

- 22º número (2º semestre de 2018): V Congresso da Cidadania Lusófona; Dalila Pereira da Costa (nos 100 anos do seu nascimento); Francisco do Holanda (nos 500 anos do seu nascimento).

- 23º número (1º semestre de 2019): Nos 10 anos do MIL: Movimento Internacional Lusófono); Almada Negreiros; ainda sobre Dalila Pereira da Costa.

- 24º número (2º semestre de 2019): Afonso Botelho (nos 100 anos do seu nascimento).

- 25º número (1º semestre de 2020): Pinharanda Gomes: Textos e Testemunhos dos seus Amigos.

Para o 25º número, os textos devem ser enviados até ao final de Dezembro.

Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).

Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.

Capa da NOVA ÁGUIA 24

Capa da NOVA ÁGUIA 24

EDITORIAL NOVA ÁGUIA 24

As personalidades maiores (ou mais aquilinas) são aquelas que mais transcendem fronteiras – culturais, religiosas ou ideológicas. Pela amostra (significativa – mais de uma dúzia) de testemunhos que aqui recolhemos, proferidos numa sessão em sua Homenagem promovida pelo Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, no dia 10 de Maio do corrente ano, no Palácio da Independência, João Bigotte Chorão foi, de facto, uma personalidade maior da nossa cultura lusófona.

Personalidade não menor foi a de Afonso Botelho, que completaria no dia 4 de Fevereiro 100 anos. Igualmente por iniciativa do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, realizou-se, nesse exacto dia, também no Palácio da Independência, um Colóquio que abordou as diversas facetas do seu pensamento e obra. São os textos então apresentados (com mais alguns entretanto chegados) que aqui publicamos (mais de uma dezena e meia de textos).

Dois mil e dezanove tem sido um ano especialmente rico em centenários. Para além de Afonso Botelho, evocamos aqui igualmente Jorge de Sena e José Hermano Saraiva. Para o próximo número, fica desde já prometida a evocação de Joel Serrão e de Sophia de Mello Breyner Andresen, onde iremos também recordar Agustina Bessa-Luís, recentemente falecida, no início deste semestre, que marcou ainda presença na NOVA ÁGUIA – logo no primeiro número, onde publicámos um texto seu intitulado “O fantasma que anda no meu jardim”, que termina desta forma: “Voltaremos a encontrar-nos”. Até sempre, Agustina!

Ainda no vigésimo quarto número da NOVA ÁGUIA, para além do “Poemáguio” e do “Memoriáguio” (duas secções igualmente clássicas), publicamos cerca de uma dezena de “Outros Voos” e, em “Extavoo”, mais um capítulo da segunda parte (inédita) da Vida Conversável, de Agostinho da Silva, bem como a série completa das “Cartas sem resposta” de João Bigotte Chorão –, algumas das quais já publicadas em números anteriores da nossa revista. No “Bibliáguio”, por fim, publicamos mais de meia dúzia de recensões de obras que despertaram a atenção do nosso olhar aquilino.


A Direcção da NOVA ÁGUIA


Post Scriptum: Já na fase final da composição deste número, a 27 de Julho, faleceu, aos oitenta anos, Pinharanda Gomes, Sócio Honorário do MIL: Movimento Internacional Lusófono, um dos mais importantes colaboradores da NOVA ÁGUIA, desde o primeiro número (até este que aqui se apresenta, com dois ensaios que nos fez chegar no primeiro semestre deste ano), e, sob todos os pontos de vista, uma das mais relevantes figuras da cultura lusófona do último meio século (facto que só por ignorância ou má-fé pode ser contestado). Por isso, no próximo número da revista, teremos, logo a abrir, uma série de Textos e Testemunhos em sua Homenagem.

NOVA ÁGUIA Nº 24: ÍNDICE

Editorial…5
HOMENAGEM A JOÃO BIGOTTE CHORÃO
Textos e Testemunhos de J. Pinharanda Gomes (p. 8), Alfredo Campos Matos (p. 22), Annabela Rita (p. 22), António Braz Teixeira (p. 24), António Cândido Franco (p. 24), António Leite da Costa (p. 25), António Manuel Pires Cabral (p. 26), Artur Anselmo (p. 27), Eugénio Lisboa (p. 27), Isabel Ponce de Leão (p. 29), Jaime Nogueira Pinto (p. 29), Miguel Real (31), Paulo Ferreira da Cunha (p. 39) e Paulo Samuel (p. 41).
NOS 100 ANOS DE AFONSO BOTELHO
APOLOGIA E HERMENÊUTICA NA OBRA DE AFONSO BOTELHO | António Braz Teixeira…48
AFONSO BOTELHO SEMI-INÉDITO | António Cândido Franco…57
AFONSO BOTELHO NO 57: MOVIMENTO DE CULTURA PORTUGUESA | Artur Manso…59
EDUCAÇÃO E SAUDADE EM AFONSO BOTELHO | Emanuel Oliveira Medeiros…65
HUMANISMO ESPERANÇOSO DE AFONSO BOTELHO | Guilherme d’Oliveira Martins…86
À MEMÓRIA DE AFONSO BOTELHO | J. Pinharanda Gomes…88
AFONSO BOTELHO: TESTEMUNHO BREVE | Joaquim Domingues…90
AFONSO BOTELHO, UM ARISTOCRATA EXEGETA DE D. DUARTE | José Almeida…92
TESTEMUNHO E HOMENAGEM A AFONSO BOTELHO | José Esteves Pereira…97
MITO E MITOS FUNDANTES: A POSSIBILIDADE DO DISCURSO DA SAUDADE | Luís Lóia…98
O TEMA DA SAUDADE NA TEORIA DO AMOR E DA MORTE DE AFONSO BOTELHO | Manuel Cândido Pimentel…104
AFONSO BOTELHO: DA RAZÃO E DO CORAÇÃO | Maria de Lourdes Sirgado Ganho…108
AFONSO BOTELHO, DO PENSAMENTO À ESCRITA FICCIONAL NO 57: UMA ABORDAGEM DO CONTO O INCONFORMISTA | Maria Luísa de Castro Soares…112
A FICÇÃO DE AFONSO BOTELHO | Miguel Real…118
DA FILOSOFIA COMO “SABEDORIA DO AMOR”: ENTRE JOSÉ MARINHO E AFONSO BOTELHO | Renato Epifânio…125
A RENÚNCIA DO MAL NA METAFÍSICA CRISTÃ DA REDENÇÃO DE AFONSO BOTELHO | Samuel Dimas...127
SOBRE A MÓNADA HOMEMULHER EM AFONSO BOTELHO | Teresa Dugos-Pimentel…139
OUTRAS EVO(O)CAÇÕES: JORGE DE SENA E JOSÉ HERMANO SARAIVA
A CRÍTICA LITERÁRIA EM JORGE DE SENA | Miguel Real…146
JOSÉ HERMANO SARAIVA: HISTORIADOR E DIVULGADOR DA CULTURA PORTUGUESA | Nuno Sotto Mayor Ferrão…151
OUTROS VOOS
A MANEIRA PORTUGUESA DE ESTAR NO MUNDO | Adriano Moreira…162
O PENSAMENTO ESTÉTICO DE EDUARDO LOURENÇO | António Braz Teixeira…165
O SENTIDO FILOSÓFICO-TEOLÓGICO DA LUZ EM “VIRGENS LOUCAS” DE ANTÓNIO AURÉLIO GONCALVES | Elter Manuel Carlos…170
OS AÇORES E O MAR – O POVO, SOCIEDADE(S) E TERRITÓRIOS | Emanuel Oliveira Medeiros…176
SOBRE OS INÉDITOS DE JUNQUEIRO | Joaquim Domingues…188
VIVÊNCIAS COM MÁRIO CESARINY E FERNANDO GRADE: POETAS E PINTORES | Luís de Barreiros Tavares…194
SENTIDO E VALOR ACTUAIS DA MONARQUIA: UMA PERSPECTIVA TEÓRICO-CONSTITUCIONAL | Pedro Velez…197
CINCO DEAMBULAÇÕES PRÓ-LUSÓFONAS| Renato Epifânio…199
AUTOBIOGRAFIA 6 | Samuel Dimas…204
EXTRAVOO
VIDA CONVERSÁVEL - SEGUNDA PARTE (CONTINUAÇÃO) | Agostinho da Silva…220
CARTAS SEM RESPOSTA | João Bigotte Chorão…227
BIBLIÁGUIO
ARISTÓTELES EM NOVA PERSPECTIVA | Joaquim Domingues…256
A ESCOLA PORTUENSE EM QUESTÃO | Elísio Gala…256
LEONARDO COIMBRA: VIDA E FILOSOFIA | José Esteves Pereira…258
EUDORO DE SOUSA E A PRESENÇA DO MITO NA FILOSOFIA PORTUGUESA | Samuel Dimas…262
TABULA RASA II & ESTUDOS SOBRE HEIDEGGER | Renato Epifânio…263
PEITO À JANELA SEM CORAÇÃO AO LARGO | Onésimo Teotónio Almeida…264
ESPÍRITOS DAS LUZES | Anabela Ferreira…266
POEMÁGUIO
CATATÓNICO; GOLGOTHA | António José Borges…46
SEU HÁBITO MELHOR | Jaime Otelo…47
“NASCERÁ O MAIOR AMOR…” | Catarina Inverno…144
FUNDURA | Maria Leonor Xavier…145
MACAU | António José Queiroz…159
CANÇÃO SUPREMA | Carla Ribeiro…160
COMO PODEM ESPERAR | Delmar Maia Gonçalves…161
PELOS SENTIDOS | Juvenal Bucuane…161
NUME | Luísa Borges…218
STELA | Jesus Carlos…219
MIMNERNO E AS FOLHAS CAÍDAS DE JÚDICE | Susana Marta Pereira…254
LARGO | Joel Henriques…255
PARA O HERBERTO HELDER | Manoel Tavares Rodrigues-Leal…267
SEGUNDA VARIAÇÃO | José Luís Hopffer C. Almada…268
MEMORIÁGUIO…272
MAPIÁGUIO…273
ASSINATURAS…273
COLECÇÃO NOVA ÁGUIA…274

Lançamento da NOVA ÁGUIA 24

Lançamento da NOVA ÁGUIA 24
18 de Outubro, no Palácio da Independência (na foto: Abel Lacerda Botelho, Renato Epifânio e António Braz Teixeira). Para ver o vídeo, clicar sobre a imagem...

Para agendar um lançamento: novaaguia@gmail.com; 967044286.

MAPIÁGUIO (mapa de locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA): Albufeira, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guimarães, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.

Nota: Muitos destes lançamentos, não só no país como por todo o espaço lusófono, só têm sido possíveis pelo apoio que a este projecto tem sido dado, desde a primeira hora, pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono. O nosso público reconhecimento por isso. Desta forma, a NOVA ÁGUIA tem tido uma projecção não apenas estritamente nacional mas lusófona.

PARA ASSINAR A NOVA ÁGUIA:

https://zefiro.pt/as-nossas-coleccoes-zefiro-revista-nova-aguia-assinaturas

O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural

O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural
Ângelo Alves, "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo"

Manuel Ferreira Patrício, sobre o MIL e a NOVA ÁGUIA

Manuel Ferreira Patrício, sobre o MIL e a NOVA ÁGUIA
In AA.VV. "A Vida como Projecto. na senda de Ortega e Gasset", Universidade de Évora Edições, 2014, p. 13.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

VAMOS AFUNDAR PORTUGAL?




Vamos afundar Portugal? Vamos? Vamos, vamos, vamos. Afundar é fixe. E se afundarmos Portugal será menos um país a preocupar-nos, menos 10 milhões de ranhosos seres humanos, menos fábricas, menos automóveis, menos abortos, menos rotos, menos ladrões, menos carochos, menos políticos!

Ajude-nos a afundar Portugal!


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Pombos

Comunicado da Babalit, dia 22 de Outubro de 2053, e lançado no V Império.

1) Mundo Total e Multinacional – O mundo total, sob propaganda neoliberal, instalou a besta do capital, mito sob o qual se uniram as nações em falsa paz. A realidade virtual estadística do teórico da economia (essa nova divindade, desperta, mais desperta que os homens) edificou um mundo de um só sentido (estas são as condições ideais da mão invisível de Adam Smith). Sob estas condições, a contra-cultura mirrou, só os sem-abrigo são livres.
2) Abunda a Escravatura – Desde há muito que se têm vindo a praticar a escravatura, no formato de aluguer, cujo proprietário é o salário. As condições são melhores, todavia, que em certos períodos do “nosso” colonialismo, tendo em conta que nos é possível optar em que condições somos escravizados. Para harmonizar o condenado com o carrasco, criaram-se eleições cíclicas e festas partidárias. Concedem-se liberdades aos explorados - liberdades de interesse do explorador, com as quais, precisamente, explora. Assim, o explorado alimenta ele próprio o domínio do dinheiro, a mais-valia e a miséria subjacente.

3) Capitalismo “Popular” Serôdio – Formaram-se dentro das última década grupos de sem-abrigo, apelidando-se de “Cineus”, que montam nas ruas números de terrorismo artístico baseados na poesia cabalística da conspiração (poesia da conspiração por oposição à teoria). Dentro da sua filosofia encontra-se o conceito do “C”aos, e que a história leva h pequeno. O capitalismo serôdio representava essa invisibilidade ausente de localização do controle e do governo. No Mundo Total o poder em si confirma-se, como já antes suspeitado no capitalismo serôdio, perdido, vazio excepto pela violência do entretenimento, a sua estrutura ossal.
4) Entretenimento Comercial - Dentro destes grupos manifestava-se que existia a vida, e a reprodução da vida, esta sendo semi-satisfeita pelo espectáculo, pela fantasia e pela alucinação onírica da propaganda. A ascese do poeta cineu (o poeta é aqui também pintor, filósofo e músico, e assim para cada uma das partes) consiste em abolir todos os desejos fictícios, ferramentas do sistema para propagação do seu próprio poder.
5) Plutocracia – Unabomber atacava, e justamente, a tecnologia. Inspirados na sua “doutrina”, os terroristas da arte recordaram-se do império ditatorial da nova fé: o espectáculo. A doença é sensacionalista, a morte vende como nunca, o telemóvel dança, lança luzes de discoteca e canta num simples telefonema. A ideologia repressiva que Unabomber via perder-se na tecnologia, nós vimos ter alma (onde Unabomber viu a máquina), no espectáculo. Toda a crítica deve ser primeiro voltada ao espectáculo, sem a fumaça de si erguida, surgem as necessidades reais.
6) Kali Yuga - Acreditam pois que é desígnio da arte que virá a ruptura com os valores impostos e a originalidade do estado do ser. Consideram a grinalda de caveiras e os jasmins de Kali como a mesma coisa, e chamam-lhe niilismo criativo. A criatividade liberta a constituição real dos momentos que constituem por seu lado a Vida Funda, e é a única Musa para o Jardim Edénico e selvagem que é o Mundo. O deslumbramento cria a vida, a festividade da vida cria a arte em holocausto ao deslumbramento. Jamais deve a arte prestar vassalagem a entraves e a vida a jaulas.
7) O Fumo das Opiniões - Paralelamente, surgiram na última década, grupos de burgueses (existem duas classes, uma constituída dos burgueses e outra dos sem-abrigo) dedicados à cultura, movimento “Nova Igreja”, que se juntava em colóquios, lançava revistas, e abordava os temas teológicos, políticos e filosóficos, desde que baseados nos falsos problemas, potenciando a impotência cultural. Alheios às paixões da verdade, alienam-se em controvérsias aborrecidas, de vedetismo e opinião pedagógica. Formam escolas de críticos cuja missão consiste da camuflagem das questões autênticas, a crítica mistura-se com uma forma de propaganda ao produto que pretende incutir aos consumidores a etiqueta sensacional de “esclarecido”. Estas são as demonstrações obscenas dos novos padres.
8) Boémia – Entre os burgueses vão alguns querer juntar-se aos grupos artísticos formados pelos sem-abrigo, vindo a ser rejeitados. Estes são homens e mulheres que, descontentes com o quotidiano, erguem a sua vulgaridade ao alpendre da etiqueta “estilo de vida”. Imaginam assim uma ruptura com o meio cultural, quando na verdade apenas mudaram a sua dieta de fast-food para os excrementos dai resultantes.
9) Constelação do Desejo) No dia de hoje, depois de ser lançado este comunicado em papel pelos bicos de mil pombos, marcharão cineus com cravos nas suas armas, em homenagem ao antigo 25 de Abril e da nossa antiga nação desaparecida, bem como à simbólica erótica da qual toda a linguagem nasceu. Toda a comunicação é corpo de Eros. O Caos libertador move-se por afectos, percepção estética, afinidade, e estes na cumplicidadade entre o um e o outro. Será Eros o nosso estandarte também na superação das imposições da natureza, que nos sujeita ainda mais à mesma. O esclarecimento, que nos dias de hoje afronta a mitologia, é mitológico e a mitologia o emissário da razão extraído da natureza, esclarecimento de qualquer modo.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

APELO PÚBLICO

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Conforme tem sido noticiado, no próximo dia 4 de Julho, pelas 16h, o MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO organizará, na sua sede (Associação Agostinho da Silva, Rua do Jasmim, 11, junto ao Príncipe Real, em Lisboa), um debate público sobre “O futuro democrático da Guiné-Bissau no espaço lusófono”.

Pedimos que todos os presentes levem alguns livros infantis e para adolescentes, a serem depois remetidos para a Comunidade das Irmãs Dominicanas do enclave timorense em Oecussi. Esta Comunidade pretende organizar uma Biblioteca mas não tem, até ao momento, nenhum livro.

sábado, 13 de junho de 2009

Mais uma denúncia da situação na Galiza...

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A Agrupaçom Cultural O Facho chama aos bons e generosos a fazer valer os seus direitos cidadáns frente às agressons contra a Língua Galega que está a levar a cabo o P.P. e a actual Junta de Galiza conformada na sua maioria por membros do OPUS e outras seitas semelhantes.

Ante esta afrenta ao povo galego, O Facho manifesta:

1) O nosso posicionamento de jeito beligerante e irrenunciável na defessa da Língua Galega
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2) A língua constituí um elemento básico de identidade cultural e representa um valor fundamental de coesom. A supressom do actual Decreto 124/2007, polo que se regula o uso e a promoçom do galego no sistema educativo, retrotrai-nos ao mais râncio franquismo do que o actual Governo da Junta tem múltiplos canles manifestos e soterrados de comunicaçom.

3) A eliminaçom deste Decreto supom um passo adiante na política de repressom, empobrecimento e marginaçom que os responsáveis políticos da Junta de Galiza estám a realizar contra a Língua e a Cultura dos galegos e galegas.

4) O Estatuto de Autonomia de Galiza, no seu artigo 5, define o galego como Língua própria de Galiza, declara que os idiomas galego e castelám som oficiais em Galiza e que todos tenhem o direito de conhece-los e usa-los. Assim mesmo, estabelece que os poderes públicos da Galiza potenciarám o emprego do galego em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e como a dotaçom dos recursos necessários para facilitar o seu conhecimento. Certamente, com a supressom do Decreto 124/2007 violenta-se o próprio Estatuto de Autonomia.

5) Depois de séculos de persecuçom e de escárnio dos falantes galegos à vez que geravam políticas de extirpaçom da Língua Galega, tanto por parte do Estado, da Eireja, e outras Instituçons. O Decreto 124/2007 desenvolve a Lei 3/1983, de Normalizaçom Lingüística que garante a igualdade do galego e do castelám como Línguas oficiais da Galiza e assegura a normalizaçom do galego em todos os eidos da sociedade.

Demandamos que cesse a persecuçom da Língua Galega por parte da actual Junta de Galiza e que o Decreto 124/2007 mantenha a sua vigência e nom seja derrogado.

Na cidade d’A Corunha a 10 de Junho 2009

Agrupaçom Cultural O Facho Rua: Frederico Tapia 12-1º 15005 A Corunha

segunda-feira, 1 de junho de 2009

APELO PÚBLICO

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Caros membros e amigos da NOVA ÁGUIA e do MIL

Como já foi anunciado, realizar-se-á em breve o primeiro lançamento da NOVA ÁGUIA em Angola:

12.06.09 - 17h30: União dos Escritores Angolanos (Luanda)

Para o efeito, já conseguimos fazer chegar a Luanda alguns exemplares da nossa revista. Mas gostaríamos de, entretanto, fazer chegar mais. Como não tivemos nenhum apoio para o efeito, deixamos aqui este apelo:

Caso até dia 12 faça uma viagem para Luanda, ou conheça alguém que a faça, contacte-nos: 967044286

Gratos pela atenção.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Olivença, 208 anos...

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Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org
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Divulgação 05-2009

«Problema ibérico: A integração do Estado português, pela reintegração de Olivença».
(Fernando Pessoa)

PORTUGUESES DE OLIVENÇA: 208 ANOS DE SEQUESTRO POLÍTICO E CULTURAL!

Em 20 de Maio de 1801, Olivença foi ocupada militarmente pelos exércitos de Espanha. Passam hoje 208 anos.
Teve início e prossegue desde então a espanholização de um território onde, desde sempre, florescera a Cultura portuguesa.
Escondeu-se aos oliventinos a sua História, amesquinhou-se a sua Cultura, castelhanizaram-se os nomes, menorizou-se a Língua portuguesa.
O processo de colonização e aculturação espanholizante, encontrando a resistência surda das gentes oliventinas, continuou até aos nossos dias.
Portugal e a Cultura portuguesa defrontam-se com a perda e o sequestro de uma parte de si. A Língua de Camões - a Pátria de Fernando Pessoa! - encontra-se diminuída na sua universalidade. Aqui, à nossa beira, em Olivença.
Em contraponto, também hoje, comemora-se o sétimo aniversário da República Democrática de Timor Leste, proclamada em 20 de Maio de 2002. No outro lado do Mundo, os Timorenses reencontraram a sua identidade cultural e política.
Sinal e esperança de que também Olivença obterá Justiça, resgatando a sua História e dignificando a consigna que de Portugal recebeu: «Nobre, Leal e Notável Vila de Olivença»!

Contra o silêncio, um passo por Olivença!

Lx., 20 de Maio de 2009.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Declaração de Impacte Ambiental da Barragem do Tua

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A Declaração de Impacte Ambiental (DIA) da Barragem do Tua, emitida esta semana pelo Ministério do Ambiente, constitui uma afrontosa e anti-democrática testemunha de todo o processo de favorecimento tácito oferecido à EDP no Vale do Tua. Este surreal parecer favorável a uma empresa que aparece inicialmente com direitos de preferência, que rebenta sem licenciamento e veda ao acesso público as margens do Tua impunemente, e que lança agora uma esfusiante campanha de publicidade enganosa sobre barragens, é uma mancha inqualificável na Democracia Portuguesa.

Não podemos deixar de referir e estranhar que o parecer do MCLT, enviado atempadamente, não seja mencionado no documento publicado ontem. Esperamos que sejam esclarecidas rapidamente as razões para esta omissão uma vez que a confirmarem-se erros desta natureza, poderia colocar em risco a credibilidade desta instituição, a Agência Portuguesa do Ambiente.

Esta mesma DIA fez tábua rasa de tudo o que a pudesse contradizer:

- O caderno de encargos da Barragem do Tua, onde se exige a reposição de vias por alternativas com igual valência. Refira-se neste caso a Barragem da Valeira, onde a EDP teve de pagar uma alternativa ferroviária à Linha do Douro, que incluiu 2km de via, uma nova travessia do Douro e uma nova estação;

- O Estudo de Impacte Ambiental, que conclui da forma mais categórica possível que a barragem trará “impactes muito negativos ao nível da economia local, em particular para agricultura e agro-indústria, com repercussões também muito negativas ao nível do emprego e dos movimentos e estrutura da população”, numa região que “não facilita o estabelecimento de percursos tradicionais de transporte colectivo rodoviário”;

- Orientações totalmente contrárias a esta barragem em documentos oficiais de Ordenamento do Território e do Turismo, como sejam o PENT, o PROTN e o próprio PNPOT, onde se pode inclusivamente concluir que esta barragem se encontra em “troço de influência de ruptura de barragem” e “perigo de movimento de massas”;

- Pareceres contrários de órgãos como o IGESPAR e a APPI (órgão consultor da UNESCO em Portugal), do próprio Ministério dos Transportes, e os 85% de pareceres negativos enviados no âmbito da discussão pública do EIA.

A DIA não obriga à construção de nenhuma alternativa ferroviária, ao contrário do que já foi veiculado em alguns órgãos de comunicação social. Este refere apenas a “análise da viabilidade de construção de um novo troço de linha férrea”, apontando de forma pressurosa para uma alternativa fluvial no caso de não se optar pela ferrovia. A viabilidade da Via Estreita está demonstrada, pelo investimento a ser realizado nas linhas do Corgo e do Tâmega, e pelas reaberturas e sucesso geral da Via Estreita em países como a Espanha, Suíça e Japão, não admitindo da nossa parte critérios economicistas quando os Metros de Lisboa e do Porto acumulam prejuízos de centenas de milhões de euros.

A única defesa desta barragem aparece na forma da produção de energia eléctrica, o que é totalmente irreal. Na verdade, o contributo da barragem do Tua será no máximo de 0,5%, valor suportado em 75% e a 1/3 do custo apenas pelo reforço de potência a realizar na barragem do Picote; juntando os reforços de potência a realizar no Picote, Bemposta e Alqueva, consegue-se produzir o mesmo que 3 barragens do Tua!

Que desenvolvimento advirá para a região, quando edis como o de Montalegre e de Miranda do Douro, com 5 e 2 barragens respectivamente, não recebem da EDP nem o suficiente para pagar a iluminação pública dos seus concelhos? Como poderá o Turismo sair beneficiado com mais outro espelho de água e com a perda de valores genuínos e únicos? Que medidas poderão proteger da extinção os 19% de espécies de vertebrados e as 14 espécies de aves presentes no Tua com estatuto de ameaçados, e da destruição os habitats de leito de cheia, que agregam 20% das espécies RELAPE de Trás-os-Montes?

Volta a ser mais uma vez altamente conveniente um acidente em vésperas de uma data importante para a Linha do Tua, desviando a atenção da opinião pública para “outro acidente”, ao invés de dar ênfase à emissão da DIA. Aguardamos o apuramento das suas causas, tal como o apuramento de responsabilidades ainda não assumidas sobre os anteriores acidentes.

O Governo, pela voz do Ministério do Ambiente, levantou a sua mão e aplicou sem piedade uma bofetada no futuro e dignidade não apenas de Trás-os-Montes e Alto Douro, mas de Portugal inteiro. Esta DIA é uma afronta, e deve ser emendada o mais rapidamente possível, sob pena de encontrar uma mais resoluta onda de contestação contra uma barragem que ninguém defende com critérios válidos.

O MCLT não está sozinho nesta luta, e muito falta ainda por dizer e fazer, num ano em que a população expressará de forma determinante a sua soberania. Não ficaremos de braços cruzados perante esta decisão intolerável.

Movimento Cívico pela Linha do Tua, 13 de Maio de 2009
www.linhadotua.net

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Manifesto em defessa da Língua Galega

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É umha falsidade partidária que exista umha imposiçom do galego:

A situaçom da língua galega está em grande perigo ao nom desfrutarmos os galegos de direitos lingüísticos plenos para desenvolver a nossa vida cotia com normalidade na nossa Língua e no nosso País. Somos os falantes do galego os discriminados.

Como povo e cultura, temos direito a que nossa Língua própria, de origem, seja oficial a todos os efeitos no seu âmbito territorial. Os falantes galegos devemos desfrutar do mesmo status legal no nosso território do que o castelám no seu.

As políticas etnocidas levadas a cabo contra o galego desde há séculos, dictadas por Madrid, ponhem hoje em perigo a nossa Língua, ao ser violentados decote os galegos falantes.

O verdadeiro problema nom está na cooficialidade de idiomas como o galego, senom na actitude de quem nega a existência de povos e línguas diferentes dentro do Estado Espanhol. Esta posiçom etnocida é a negaçom da convivência e da igualdade.

A imposiçom do castelám nom tem discussom desde o momento em que é a única língua que todos os cidadans do Estado tenhem a obriga de conhecer segundo a constituiçom espanhola.

Reclamamos:

A aboliçom do sistema legal que subordina o galego ao castelám, a aboliçom do supremacismo castelám que procura a desapariçom do galego e exigimos a implementaçom de autênticas políticas de normalizaçom lingüística ao serviço da nossa
sociedade. Ampliar a cooficialidade de todas as línguas do Estado em todo o seu território. O dever de conhecer o galego em todos os territórios onde é fala de seu.

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Perante a necessidade de respostas à nova política etnocida preconizada pola actual Junta de Galiza, O Facho pede aos sócios e amigos a sua partipaçom na manifestaçom convocada para o 17 de Maio às 12 horas na Alameda de Compostela.

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º 15005 A Corunha

terça-feira, 31 de março de 2009

Mudanças na Comissão Coordenadora do MIL e no Conselho Editorial da NOVA ÁGUIA.

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A Comissão Coordenadora do MIL passou de 8 para 16 membros. Terá a vigência de um ano.

Neste momento, é esta a sua composição: Paulo Borges (Presidente), Renato Epifânio, Rui Lopo, Rui Martins, Amândio Silva, Ana Margarida Esteves, Duarte Drumond Braga, Luís Carlos Santos, Maurícia Teles da Silva, Paulo Feitais, António José Borges, Casimiro Ceivães, Eurico Ribeiro, João Beato, José Pires e Miguel Real.

Os novos membros foram também integrados no Conselho Editorial da NOVA ÁGUIA (ver coluna esquerda).

quarta-feira, 25 de março de 2009

MAIS DOIS MEMBROS DO CONSELHO EDITORIAL

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Em reconhecimento institucional dos relevantes serviços prestados a este projecto, a Direcção da NOVA ÁGUIA decidiu integrar no seu Conselho Editorial mais dois novos membros: Bruno Ferro e Maurícia Teles da Silva, ambos de Setúbal.

O Conselho Editorial da NOVA ÁGUIA não é um órgão fechado e, nessa medida, a Direcção da NOVA ÁGUIA irá nele integrando todas as pessoas que mereçam, na nossa perspectiva, esse reconhecimento institucional.

A Direcção da NOVA ÁGUIA

Pelo desenvolvimento sustentável de toda a região duriense e transmontana...

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COMUNICADO

Exmos. Senhores,

Esta noite foram encerradas as Linhas do Corgo e do Tâmega. Na calada da noite e sem aviso prévio, tal como aconteceu em 1992, com a Linha do Tua, quando o Governo de então era chefiado pelo actual Presidente da Republica, o Prof. Aníbal Cavaco Silva.

As razões, as mesmas de sempre, a segurança! Este Governo não investe em Trás-os-Montes: fecha por motivos de segurança ou de economias de facilitismo de curto prazo.

O Movimento Cívico pela Linha do Tua, não pode deixar de mostrar um profundo desprezo pelas iniciativas deste Governo no que toca às suas politicas para o caminho-de-ferro no Interior transmontano e à forma como atenta contra a dignidade das pessoas que teimam em viver na região. Viver no Interior profundo, viver em Trás-os-Montes, é uma prova de resistência e uma prova de amor à terra, no seu sentido mais profundo, que poucos parecem entender.

O Movimento Cívico pela Linha do Tua solidariza-se com as populações das zonas afectadas pelo encerramento das linhas do Corgo e do Tâmega, e espera que também os deputados eleitos pelos circulos de Vila Real, Bragança e Porto, se manifestem e defendam os interesses dos cidadãos que os elegeram; uma oportunidade e um privilégio de poucos e que até ao momento têm ignorado, de forma politicamente consciente e pouco digna, convém sublinhar.

Exigimos assim, à semelhança do que tem sido a nossa postura face à Linha do Tua, respeito pelos utentes e pelas populações locais. Uma vez que se o esforço de consolidação de segurança é louvável, já não o é o estado a que deixaram chegar a infra-estrutura para ser preciso encerrá-la na sua totalidade. Ou, de forma tão flagrante como aquando da Noite do Roubo em Bragança em 1992, não estão a ser honestos quanto à verdadeira intenção destes encerramentos, pelo que se exige um plano de modernização e o início da intervenção na via imediatamente, e não em datas que nem a própria tutela sabe adiantar porque nem sequer pensaram nestas.

O Tua, Corgo e o Tâmega são sustentáveis e só terão futuro com as populações e para as populações.

Pelo desenvolvimento sustentável de toda a região duriense e transmontana,

Movimento Cívico pela Linha do Tua, 25 de Março de 2009
www.linhadotua.net
Contactos: 91 682 22 37 / linhadotua@gmail.com

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

LANÇAMENTOS DA NOVA ÁGUIA: 2º NÚMERO...

Caros Membros e Amigos da NOVA ÁGUIA e do MIL

Com o segundo número já em estado de revisão final, é tempo de começar a pensar nos lançamentos.

Relativamente ao primeiro número, foram agendados três dezenas e meia de lançamentos. Não só no Porto (o primeiro, a 19 de Maio) e em Lisboa (onde decorreram vários), mas em todo o país – de Norte para Sul: Bragança, Braga, Amarante, Espinho, Ovar, Aveiro, Coimbra, Leiria, Batalha, Torres Vedras, Ericeira, Sintra, Amadora, Loures, Alhos Vedros, Montijo, Setúbal, Évora, Vila Viçosa e Faro. E ainda no Brasil, mais concretamente, em São Paulo, Belo Horizonte e Recife.

Relativamente ao segundo número, que estará pronto a meados de Outubro e que tem como tema central “António Vieira e o Futuro da Lusofonia”, propomo-nos repetir a dose – e, se possível, reforçá-la. Quer em Portugal, quer no Brasil, quer, eventualmente, noutros países da CPLP. Iremos ainda, decerto, desta vez, à Galiza.

Para tal, contamos, uma vez mais, com a vossa colaboração: se quiserem agendar um lançamento, mandem-nos um e-mail a propor, pelo menos, duas datas. Até meados de Outubro publicaremos no nosso blogue o mapa geral de lançamentos do 2º número. Que depois irá sendo, regularmente, actualizado.

sábado, 13 de setembro de 2008

COMUNICADO DA DIRECÇÃO DA NOVA ÁGUIA

Caros Membros deste Blogue

Infelizmente, temos gente que se registou no blogue para, sob anonimato ou com recurso a pseudónimos, insultar tudo e todos.
Por isso, deixou de ser possível esse tipo de comentários dissimulados por parte de pessoas registadas neste blogue.

Àqueles que, não estando registados, queiram comentar um qualquer texto, pedimos que nos enviem os seus comentários por e-mail. Depois, publicá-los-emos.