EM TODO O PAÍS & MUNDO LUSÓFONO: LANÇAMENTOS NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

"a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português. Em tempos de globalização, esta qualidade – a de evidenciar o pensamento nacional – deve ser exaltada"

A Águia foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.

A NOVA ÁGUIA pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado ao século XXI, conforme se pode ler no nosso
Manifesto.

Tal como n’ A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas:

- 1º número (1º semestre de 2008): A ideia de Pátria: sua actualidade.

- 2º número (2º semestre de 2008): António Vieira e o futuro da Lusofonia.

- 3º número (1º semestre de 2009): O legado de Agostinho da Silva, 15 anos após a sua morte.

- 4º número (2º semestre de 2009): Pascoaes, Portugal e a Europa: 20 anos após a queda do Muro de Berlim.

- 5º número (1º semestre de 2010): Os 100 anos d' A Águia e a situação cultural de hoje.

- 6º número (2º semestre de 2010): A República, 100 anos depois.

- 7º número (1º semestre de 2011): Fernando Pessoa: "Minha pátria é a língua portuguesa" (nos 15 anos da CPLP).

- 8º número (2º semestre de 2011): O Pensamento da Cultura de Língua Portuguesa: nos 30 anos da morte de Álvaro Ribeiro.

- 9º número (1º semestre de 2012): Nos 100 anos da Renascença Portuguesa: como será Portugal daqui a 100 anos?

- 10º número (2º semestre de 2012): Leonardo Coimbra - Razão e Espiritualidade: nos 100 anos de "O Criacionismo (Esboço de um Sistema Filosófico)".

Para o 10º número, os textos devem ser enviados até ao final de Junho.


Morada: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais,

Apartado 21, 2711-953 Sintra, Portugal.

Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.

EDITORIAL

Sendo a NOVA ÁGUIA uma Revista que, de forma assumida e descomplexada, dá o devido destaque aos autores maiores da nossa tradição filosófica e cultural, inevitavelmente teríamos que dedicar um número a Álvaro Ribeiro – depois de já o termos feito a António Vieira, Agostinho da Silva, Teixeira de Pascoaes e Fernando Pessoa. A ocasião chegou, agora que se assinalam os trinta anos da sua morte. Que outra Revista o poderia fazer?
Em muitos casos mais referida do que propriamente lida, a obra de Álvaro Ribeiro tornou-se numa espécie de bandeira do que em geral se designa por “Filosofia Portuguesa” – quer para os que a defendem, quer, contrapolarmente, para aqueles que contestam, ainda hoje, a sua existência. Desde logo por isso, o próprio Álvaro Ribeiro acabou por se tornar no autor mais emblemático da dita “Filosofia Portuguesa”.
Por essa mesma razão, a sua figura ainda hoje desperta reacções assaz apaixonadas, num e noutro sentido, o que, se por um lado, lhe tem preservado, trinta anos após a sua morte, uma apreciável notoriedade, por outro, tem impedido, pelo menos nalguns casos, por evidente preconceito, um estudo mais aprofundado da sua obra. Neste número, procurámos colmatar essa falha, convocando os maiores especialistas na obra de Álvaro Ribeiro, dando, ao mesmo tempo, voz àqueles que ainda hoje contestam a existência de “filosofias nacionais”.
Isto apesar de, com este número, não termos querido ressuscitar qualquer polémica em torno da existência de “filosofias nacionais” – polémica que, a nosso ver, está por inteiro ultrapassada, pelo menos nos termos em que emergiu, após a publicação, em 1943, da obra O Problema da Filosofia Portuguesa. Álvaro Ribeiro continua a ser para nós um autor actual pela simples mas suficiente razão de que todo o pensamento filosófico é sempre já – e nunca deixa de o ser, por mais inconsciente que esteja disso – um pensamento radicado, situado: numa Língua, numa História, numa Cultura…
*
Uma vez mais, a NOVA ÁGUIA prova, pois, a sua abertura. Fundando-se numa determinada Visão de Portugal e do Mundo, devidamente expressa no nosso Manifesto, publicado no primeiro número da Revista, a NOVA ÁGUIA nunca foi nem nunca será um “órgão de propaganda”, mas, ao invés, um “órgão plural”, que, dando destaque a algumas figuras – àquelas que, como é óbvio, a nosso ver o merecem –, o faz, porém, de forma crítica, convocando não apenas os hermeneutas que, à partida, lhes são mais próximos, como, igualmente, alguns dos que lhes são mais distantes.
Como sempre, também este número da NOVA ÁGUIA não se debruça apenas sobre um autor. Assim, para além de Álvaro Ribeiro, neste número evocamos ainda José Marinho – autor que, a par de Álvaro Ribeiro, mais chamou a atenção, entre nós, para a importância que a Filosofia deve reconhecer à Língua, à História e à Cultura (daí o seu conceito de “filosofia situada”) –, Álvaro Cunqueiro – no centenário do seu nascimento –, Joaquim Nabuco – no centenário da sua morte – e Domingos Gonçalves de Magalhães – no bicentenário do seu nascimento. Para além disso, temos ainda textos sobre Fernando Pessoa, bem como sobre os 15 anos da CPLP, data que assinalámos no sétimo número da NOVA ÁGUIA.
Como tem acontecido desde o primeiro número, a Revista termina com a referência aos locais onde tem sido apresentada – numa série, iniciada a 19 de Maio de 2008 na Fundação José Rodrigues, que excede já as duas centenas e meia de sessões, em todo o espaço lusófono –, bem como à Colecção de Livros “Nova Águia”, que já vai em mais de duas dezenas e meia de títulos. Na contra-capa, como igualmente tem sido regra, antecipamos o tema do próximo número: “Nos 100 anos da Renascença Portuguesa: como será Portugal daqui a 100 anos?”. Prova, bem cabal, do nosso optimismo: não só acreditamos que Portugal ainda hoje existe, como existirá daqui a 100 anos…

ÍNDICE

Editorial…5
NOS 30 ANOS DA MORTE DE ÁLVARO RIBEIRO
Álvaro Ribeiro, CARTA A ANTÓNIO QUADROS…8
Azinhal Abelho, Orlando Vitorino, António Quadros, António Cândido Franco, Pinharanda Gomes, Miguel Real, António Braz Teixeira, António Telmo, André Veríssimo e José Augusto Seabra, ÁLVARO RIBEIRO EM 10 INSTANTÂNEOS…9
António Cândido Franco, ÁLVARO RIBEIRO NUM RELANCE DE LUZ…13
António Carlos Carvalho, EXILADO DO MUNDO…14
Artur Manso, O QUE É A ESCOLA FORMAL…15
Carlos Aurélio, UMA FILOSOFIA DO MODO…25
Cynthia Taveira, A ACTIVIDADE DE DEUS…32
Elísio Gala, ÁLVARO RIBEIRO E A FILOSOFIA POLÍTICA…35
Filipe Delfim Santos, UM COLÓQUIO AGORA MAIS ÚTIL & CARTA INÉDITA DE ÁLVARO RIBEIRO À VIÚVA DE DELFIM SANTOS…39
Joaquim Domingues, ERUDIÇÃO FILOSÓFICA…45
José da Costa Macedo, FILOSOFIA E SITUAÇÃO…49
Manuel Ferreira Patrício, A LÍNGUA PORTUGUESA E O DESTINO DE PORTUGAL…58
Maria Leonor L.O. Xavier, A QUESTÃO DA UNIVERSALIDADE DA FILOSOFIA…60
Maria Luísa de Castro Soares, CONCEITO E CONTROVÉRSIA DA FILOSOFIA PORTUGUESA: O APOSTOLADO DE ÁLVARO RIBEIRO…66
Paulo Jorge Brito e Abreu, FILOSOFIA PORTUGUESA EM ÁLVARO RIBEIRO…71
Pedro Martins, PÁTRIA, HISTÓRIA E EPOPEIA: ÁLVARO RIBEIRO, JAIME CORTESÃO E A RENASCENÇA PORTUGUESA…75
Pedro Sinde, ÁLVARO RIBEIRO, FILOSOFIA OPERATIVA E ORAÇÃO MENTAL…88
Rodrigo Sobral Cunha, A RAZÃO RÍTMICA (NO PENSAMENTO DE ÁLVARO RIBEIRO)…97
Pinharanda Gomes, ÁLVARO RIBEIRO (1905-1981): A FILOSOFIA COMO ARTE & ADITAMENTO BIBLIOGRÁFICO…105
SOBRE JOSÉ MARINHO: NOS 50 ANOS DA TEORIA DO SER E DA VERDADE
Renato Epifânio, JOSÉ MARINHO, UM FILÓSOFO METAFÍSICO E, POR ISSO, SITUADO…116
Pinharanda Gomes, A TERTÚLIA DE ÁLVARO RIBEIRO E DE JOSÉ MARINHO…117
Manuela Brito Martins, A FILOSOFIA DA HISTÓRIA EM OLIVEIRA MARTINS A PARTIR DE UMA LEITURA DE JOSÉ MARINHO…126
SOBRE ÁLVARO CUNQUEIRO, JOAQUIM NABUCO E DOMINGOS GONÇALVES DE MAGALHÃES
Maria Seoane Dovigo, ÁLVARO CUNQUEIRO, CEM ANOS DEPOIS…132
João Bigotte Chorão, JOAQUIM NABUCO: UM BRASILEIRO EUROPEU…134
António Braz Teixeira, NOS DUZENTOS ANOS DE DOMINGOS GONÇALVES DE MAGALHÃES…140
AINDA SOBRE FERNANDO PESSOA
Giancarlo de Aguiar, TRANSPERSONAS NA ESFINGE DE FERNANDO PESSOA…144
Ruben David Azevedo, PESSOA: UMA SINGULAR PLURALIDADE…151
Samuel Dimas, FERNANDO PESSOA E A ESTÉTICA DA RENASCENÇA PORTUGUESA: D’A ÁGUIA À ORPHEU…152
António Cândido Franco, FERNANDO PESSOA SOB O SIGNO DA PÁTRIA DA LÍNGUA…155
Maria Clara Tavares, PASCOAES E PESSOA…159
Luís Tavares, PESSOA: A ESCRITA E A TERRA DE NINGUÉM…161
Kazufumi Watanabe, PESSOA NO JAPÃO…163
AINDA NOS 15 ANOS DA CPLP: TRAJECTOS LUSÓFONOS
Adriano Moreira, AS CULTURAS DOS POVOS DO MEDITERRÂNEO…166
António José Borges, RUMAR PORTUGAL, CONSIDERAR A EUROPA, PENSAR A LUSOFONIA…169
Delmar Maia Gonçalves, DEAMBULAÇÕES LITERÁRIAS…178
Dirk Hennrich, PORTUGAL, A EUROPA E AS MARGENS DA FILOSOFIA (COM CARTA DE JOAQUIM DOMINGUES)…181
João Pereira de Matos, 17 GEDANKENEXPERIMENTE…187
Joaquim Miguel Patrício, PRESENTE E FUTURO DA LÍNGUA PORTUGUESA NUM QUADRO ESTRATÉGICO GLOBAL…189
Lúcia Helena Alves de Sá, A FILOGONIA DO PENSAMENTO DA CULTURA DE LÍNGUA PORTUGUESA…199
Miguel Real, O FUTURO DA LUSOFONIA…200
Nelson Goulart, LÍNGUA MÃE LÍNGUA FILHA…203
Nuno Sotto Mayor Ferrão, A DINÂMICA HISTÓRICA DO CONCEITO DE LUSOFONIA (1653-2011)…204
Rui Martins, VIAGEM À GUINÉ-BISSAU…209
Sam Cyrous, DO CORAÇÃO DA COOPERAÇÃO À AVALIAÇÃO DA AÇÃO: CPLP ONTEM, HOJE E AMANHÃ…219
Simion Doru Cristea, A ENERGUEIA DAS LÍNGUAS AFRICANAS…221
Ximenes Belo, DISCURSO DA ACADEMIA…226
RUBRICAS
ENTRECAMPOS, de J. Pinharanda Gomes…230
AS IDEIAS PORTUGUESAS DE GEORGE TILL, de Jorge Telles de Menezes…233
DO ESPÍRITO DOS LUGARES, de Manuel J. Gandra…234
LITERATURA ORAL E TRADICIONAL, de Ana Paula Guimarães…239
BIBLIÁGUIO
DIÁLOGOS DE AMOR, DE LEÃO HEBREU, por Celeste Natário…244
MEMORIAL DO CONVENTO, DE JOSÉ SARAMAGO, por Gabriela Lança…245
LEVANTE, 1487 – A VÃ GLÓRIA DE JOÃO ÁLVARES, DE JOSÉ MARIA PIMENTEL…248
ÚLTIMAS OBRAS DA COLECÇÃO NOVA ÁGUIA, por Renato Epifânio…249
EXTRAVOO
António José de Brito, APONTAMENTO QUÁSI SUPERFICIAL SOBRE ÉTICA…252
António Monteiro, ARISTIPO DE CIRENE: UM FILÓSOFO NAS MARGENS DA HISTÓRIA…254
POEMÁGUIO
Eduardo Aroso, ÁLVARO RIBEIRO; UM VELHO PROFETA…7
António José Queiroz, VIAGEM…131
Teresa Dugos, CÁLICE; DA TERRA; MAUSOLÉU…142
Manuel Neto dos Santos, DA PANACEIA…165
Maurícia Teles da Silva, SETE PREMISSAS PARA A LIBERDADE…242
António José Borges, RESILIÊNCIA…242
Maria Luísa Francisco, FOSSE O DIA JÁ NOITE…243
Fernando Esteves Pinto, IDENTIDADE E CONFLITO…250
MAPIÁGUIO…259
COLECÇÃO NOVA ÁGUIA…260
ASSINATURAS…261

NOVA ÁGUIA 8: LANÇAMENTOS

10.10.11 - 18h30: Livraria FNAC Chiado (Lisboa)
12.10.11 - 18h30: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
15.10.11 - 16h00: Sociedade da Língua Portuguesa (Lisboa)
15.10.11 - 18h00: Casa Bocage (Setúbal)
21.10.11 - 18h00: Centro Cultural Luso Moçambicano
29.10.11 - 15h00: Biblioteca Municipal de Sesimbra
04.11.11 - 21h30: Espaço Poesis (Porto)
05.11.11 - 17h00: Biblioteca Albano Sardoeira (Amarante)
12.11.11 - 19h00: Auditório da Escola Básica Integrada de Montargil
23.11.11 - 18h30: Livraria FNAC Vasco da Gama (Lisboa)
03.11.11 - 15h00: Casa do Fauno (Sintra)
06.12.11 - 16h00: Palácio da Independência (Lisboa)
09.12.11 - 17h00: Faculdade de Filosofia (Braga)
15.12.11 - 21h30: Art Gallery / Café dos Artistas (Lisboa)
15.01.12 - 16h00: Castelo de Leiria (Sede da ACRENARMO)
27.01.12 - 21h30: Biblioteca Municipal da Lagoa


Em breve, anunciaremos o primeiro lançamento da NOVA ÁGUIA 9

Para agendar um lançamento: novaaguia@gmail.com; 967044286.

MAPIÁGUIO (mapa de locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA): Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Almada, Amadora, Amarante, Arraiolos, Aveiro, Bairro Português de Malaca, Barcelos, Batalha, Belo Horizonte, Bissau, Braga, Bragança, Brasília, Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Carnide, Campinas, Cascais, Castro Marim, Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Fortaleza, João Pessoa, Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loures, Luanda, Mem Martins, Messines, Mindelo, Mira, Montargil, Montijo, Nazaré, Nova Iorque, Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense, Ovar, Pangim (Goa), Pisa, Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife, Redondo, Régua, Rio de Janeiro, Sacavém, Santiago de Compostela, São João da Madeira, São João d’El Rei, São Paulo, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Viana do Castelo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.

Nota: Muitos destes lançamentos, não só no país como por todo o espaço lusófono, só têm sido possíveis pelo apoio que a este projecto tem sido dado, desde a primeira hora, pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono. O nosso público reconhecimento por isso. Desta forma, a NOVA ÁGUIA tem tido uma projecção não apenas estritamente nacional mas lusófona.

Lançamentos já noticiados em:

RTP

Diário de Notícias

Diário Digital

Expresso

Jornal de Notícias

Jornal Porto Net

Notícias Lusófonas

Público


E em muitas dezenas de blogues...

FAÇA PARTE DESTE PROJECTO. ASSINE A NOVA ÁGUIA: http://www.zefiro.pt/novaaguia.

À venda nas melhores livrarias do país.
E ainda no Brasil: Espaço Cultural É-Realizações, Rua França Pinto, 498 - Vila Mariana - São Paulo; Livraria Hildebrando (Universidade de Brasília); Via Livros (contacto - Alexandre Santos: alexandresantos@br.inter.net).
E ainda na Galiza: Livraria Couceiro (Praça de Cervantes, 6, Santiago de Compostela/ Enrique Dequit, 12, Corunha; Livraria Torga (Ourense, Rua da Paz, 12); Livraria Andel (Vigo, Rua Pintor Lugrís, 10). E ainda em Cabo Verde: Livraria Semente (Mindelo).

O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural

O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural
Ângelo Alves, "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo"

Terça-feira, 30 de Novembro de 2010

CULTURA PORTUGUESA – INTERCULTURALIDADE E LUSOFONIA

Colóquio Internacional

CULTURA PORTUGUESA – INTERCULTURALIDADE E LUSOFONIA

(02 e 03 de Dezembro de 2010)

Dia 2 de Dezembro

09.00 – Abertura do Secretariado

09.30 – Sessão de Abertura

10.00 Conferência - A lusofonia e o património imaterial da Humanidade (Doutor Adriano Moreira, Academia das Ciências / UCP-Lisboa)

Presidente: Doutor Alfredo Dinis

11.00 – Intervalo/ Café

11.30 – Sessões paralelas

Sala – Pavilhão 1

Diana Vallescar - Desafios e cenários da formação multi/intercultural.

Helena Palhinha - A educação como integradora de saberes e estares plurais. Questão aberta a partir de um estudo de caso.

Terezinha Fátima Martins Franco Brito – Construção de identidades a partir da obra didática de Língua Portuguesa.

Sala – Pavilhão 2

Armanda Gonçalves - Tensões e vulnerabilidades na posição dos emigrantes na sociedade de acolhimento – Os alunos Cabo-verdianos no Centro Regional de Braga da UCP

Maria Isaura Rodrigues Pinto - Brasil e Portugal: Literatura de cordel, invisibilidade e monocultura do saber.

António Fernando de Souza - Da identidade portuguesa no Brasil: Um estudo crítico.

13.00 – Intervalo para Almoço

15.00 – Sessões paralelas

Sala - Pavilhão 1

Pedro Calafate - A génese da noção de comunidade internacional no pensamento português da Idade Moderna (séculos XV e XVII).

Miguel Real - Constantes da cultura portuguesa.

Pedro Baptista - Originalidade e europeidade na epistemologia leonardina.

José Gama - O modo de ser português e a interculturalidade

Sala - Pavilhão 2

Luís Cunha - Da pragmática da convergência à sedução da singularidade: discursos e políticas da lusofonia.

Murilo Wesolowicz - O filme Capitães de Abril e a canção Tanto Mar como exemplos da criação de uma identidade artística em estados ditatoriais.

Josiane Orvatich - Manoel de Oliveira: afirmação e desmistificação portuguesa.

Fátima Pinheiro - “Painéis de S. Vicente de Fora - Uma visão Poética”: Reflexão de Manoel de Oliveira para não excluir nenhuma raça.

17.00 – Intervalo / Café

17.30 – ConferênciaNo Centenário da República, o Centenário d’A Águia (Doutora Maria Celeste Natário, Universidade do Porto)

Presidente: Doutora Armanda Gonçalves

18.20 – Apresentação da Revista Nova Águia, nº 6

20.00 – Jantar de Convívio

Dia 3 de Dezembro

09.30 – Conferência - Identidades e memória histórica: estudos comparativos no espaço lusófono (Doutora Rosa Cabecinhas, Universidade do Minho).

Presidente: Doutora Fabrizia Raguso

10.30 – Intervalo / Café

11.00 – Conferência - La interculturalidad como modelo de gestión de la diversidad cultural. Posibilidades y obstáculos (Doutor Miquel Àngel Essomba, UNESCOCAT - Centro UNESCO da Catalunha).

Presidente: Doutora Helena Palhinha

13.00 – Intervalo para Almoço

15.00 – Sessões paralelas

Sala - Pavilhão 1

Renato Epifânio - Em diálogo com Agostinho da Silva: Pensar Portugal, entre o espaço europeu e o espaço lusófono.

Rui Lopo - A cultura portuguesa como problema filosófico.

Dirk Michael Hennrich - Portugal, Europa e as margens da Filosofia.

António Manuel Borges do Couto - A «Encomendação das Almas», de João Aguiar: em demanda de um sentido para existir.

Sala - Pavilhão 2

Fabrizia Raguso - Linguagem, construção da identidade e encontro intercultural - A experiência dos estudantes cabo-verdianos da UCP de Braga

Luís Machado Rodrigues - Cultura, Essencialismo e Comportamento Económico.

Domingos Faria - Do Multiculturalismo ao Diálogo Intercultural: Uma Perspectiva Tayloriana.

Sandra Borralho de Oliveira e Sanches - "O Ensino Superior no Espaço Lusófono: A construção de um Espaço de Interculturalidade”.

17.00 – Intervalo / Café

17.30 – ConferênciaA identidade nacional face à identidade europeia - algumas destrinças conceptuais, confrontos e ajustamentos (Doutor Onésimo Teotónio Almeida, Brown University, Providence, USA).

Presidente: Doutor José Gama

18.30 – Sessão de Encerramento

Diário da NOVA ÁGUIA: 30 de Novembro


Foram mais 3 lançamentos. Na passada semana, a Sul: em Olhão e Messines, dois locais de eleição do nosso Mapiáguio, ontem temos ido por diversas vezes e onde por certo voltaremos já no próximo semestre. Ontem, em mais um Liceu em Lisboa: no Liceu Passos Manuel. Temos ido a muito Liceus, assim levando a NOVA ÁGUIA aos mais jovens…

Amanhã, voaremos para Norte. Na quinta, regressaremos à Galiza, onde a NOVA ÁGUIA é sempre muito bem recebida – estaremos na Faculdade de Filosofia da Universidade de Santiago de Compostela. Depois, à tarde, voaremos até Braga – estaremos também numa Faculdade de Filosofia, desta vez da Universidade Católica Portuguesa. No Sábado, já de regresso ao Sul, passaremos ainda por Amarante, terra de Pascoaes, onde sempre vamos por ocasião de cada novo número…

Foram mais 3, serão mais 3. Mais outros tantos se avizinham nas 3 semanas que faltam até ao Natal…

Comemorações do 1.º de Dezembro

CONVITE

A Direcção Central da Sociedade Histórica da Independência de Portugal tem a honra de convidar V. Exa. para as Cerimónias Comemorativas da Restauração da Independência, a realizar em Lisboa, de acordo com o programa adiante apresentado.
Estas Cerimónias dão início às comemorações do 150.º aniversário da fundação da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.


12H00 – MISSA SOLENE DE ACÇÃO DE GRAÇAS,
com a participação especial do Coro Polyphonia.
Na Igreja Paroquial de Santa Justa, no Largo de São Domingos.

16H00 – HOMENAGEM AOS HERÓIS DA RESTAURAÇÃO
Na Praça dos Restauradores.
17H30 – INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO “D. JOÃO IV E A RESTAURAÇÃO”
da pintora Gabriela Marques da Costa.
No Palácio da Independência, Espaço Fernando Pessoa.

18H00 – ASSINATURA DO LIVRO DE HONRA DA SHIP e
APRESENTAÇÃO DA REVISTA “INDEPENDÊNCIA” (nova série)
No Palácio da Independência.


Permitimo-nos ainda salientar, no dia 7 de Dezembro, às 11h30, a visita que o nosso consócio Eng.º Martins Pinto está a coordenar, à exposição “O caminho de ferro – 1910-2010”, patente no Átrio da Estação da CP do Rossio, e a visita cultural ao Alandroal no dia 10 de Dezembro. As inscrições devem ser feitas na Secretaria da SHIP (tel. 213241470).
Por último, no dia 10 de Dezembro, às 17h00, o Núcleo Feminino da SHIP vai promover, no encerramento das suas actividades do ano de 2010, uma conferência sobre a Madre Teresa de Calcutá, realizada no âmbito da comemoração do 100.º aniversário do seu nascimento (1910/2010), que terá como oradora a nossa consócia Dra. Magdalena Serbanesco.
Também no dia 10 de Dezembro, às 18h30, o Departamento de Música da SHIP, como já vem sendo hábito, brinda-nos com um Concerto de Natal, que tem como grupo coral convidado o Coro da Cruz Vermelha.

Contamos com a sua presença!

Com os melhores cumprimentos,

Ana Maria Proserpio
Serviços Culturais da Sociedade Histórica da Independência de Portugal

Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010

Esta quinta

10 de Dezembro

COLÓQUIO / KOLLOQUIUM

SOCIEDADE E AMBIENTE NA LITERATURA INFANTO-JUVENIL PORTUGUESA E ALEMÃ

GESELLSCHAFT UND UMWELT IN DER PORTUGIESISCHEN UND DEUTSCHEN KINDER-UND JUGENDLITERATUR

10 de Dezembro de 2010

10. Dezember 2010

(Centro de Estudos de Comunicação e Cultura

Universidade Católica, Lisboa

Sala de Exposições)

9h00: Sessão de abertura / Eröffnung

9h15: Hans-Heino Ewers (Johann Wofgang-GoetheUniversität Frankfurt): Die Rückkehr des Politischen – zur Poetik der Fantasy / O regresso do político – para uma poética da Fantasy

10h00: Intervalo (Kaffeepause)

10h15: Gabriela Fragoso (Universidade Nova / CECC): Representações de horror na obra de Gudrun Pausewang / Realistische Darstellungen des Grauens im Werk von Gudrun Pausewang

10h45: Gilda Barata (Escritora): “A gata Borralheira” de Sophia de Mello Breyner Andresen ou a luz exacta, verdadeira, devassada pelo triunfo do cálculo / “Aschenputtel”, von Sophia de Mello Breyner Andresen oder das helle wahrhaftige Licht vernichtet durch den Triumph des Eigennützigen

11h15: Maria Teresa Cortez (Universidade de Aveiro): Estrangeiros e portuguesinhos, identidades e patriotismos na literatura para crianças – a exemplo de Virgínia de Castro e Almeida e de Fernanda de Castro / Fremdes und Einheimisches, Identitäten und Patriotismen in der Kinderliteratur – am Beispiel von Virgínia de Castro e Almeida und Fernanda de Castro

11h45: Carlos Nogueira (Universidade Nova / IELT): Natureza e sociedade nos “Contos da Mata dos Medos”, de Álvaro Magalhães / Natur und Gesellschaft in den „Märchen vom Wald der Ängste“, von Álvaro Magalhães

12h15: Almoço (Mittagessen)

14h00: Fernando Azevedo (Universidade do Minho – CIFPEC/Instituto de Educação): Pluralismo e Identidade na Literatura Infantil / Pluralismus und Identität in der Kinderliteratur

14h30: Naroa Zubillaga (Universidade do País Basco / Euskal Herriko Unibertsitatea): LIJ alemana traducida a la lengua vasca: un estudio descriptivo / Ins Baskische übertragene deutsche KJL: eine beschreibende Studie

15h00: Maria Amélia Cruz (Universidade Católica): A Tradução da Literatura Juvenil: uma componente imprescindível do diálogo intercultural / Jugendbuchliteraturübersetzung: ein unverzichtbarer Bestandteil des interkulturellen Dialogs

15h30: Intervalo (Kaffeepause)

15h45: Ana Isabel Boura (Universidade do Porto): “Die Häschenschule. Ein lustiges Bilderbuch”, de Albert Sixtus e Fritz Koch-Gotha / “A escola dos coelhinhos. Um livro ilustrado engraçado”, de Albert Sixtus e Fritz Koch-Gotha

16h15: Luísa Ducla Soares (escritora): Quarenta Anos a escrever para crianças / Vierzig Jahre lang schreiben für Kinder

16h45: Letícia Liesenfeld (actriz):A Princesa da Chuva”, de Luísa Ducla Soares: um contar apoiado no corpo / “Die Regenprinzessin” von Luísa Ducla Soares: ein Märchen erzählt durch Körpergestik

17h15: Intervalo (Kaffeepause)

17h30-18h30: Mesa redonda / Gesprächsrunde

Hoje: 211º lançamento da NOVA ÁGUIA

29.11.10 - 10h30: Liceu Passos Manuel (Lisboa)

Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010

2 de Dezembro

O 4º CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE JOÃO LOURENÇO REBELO - UM COMPOSITOR INJUSTAMENTE ESQUECIDO

DA MEMÓRIA… JOSÉ LANÇA-COELHO

O compositor português João Lourenço Rebelo nasceu em Caminha, no ano de 1610.

Moço do coro da capela ducal de Vila Viçosa, desde o ano de 1624, onde aprendeu a arte musical, teve a sorte de receber a amizade do futuro rei D. João IV que, subiu ao trono em 1640, após a Restauração do trono português, ocorrida a 1 de Dezembro deste último ano, pondo fim ao domínio espanhol de sessenta anos dos Filipes (1580-1640).

Ainda antes de D. João IV se tornar rei, e, sob a orientação do Duque de Bragança, D. Teodósio, pai do futuro rei, e fundador do Colégio dos Santos Reis Magos, formavam-se compositores que, por terem de apresentar os seus dotes perante um público, constituído essencialmente por membros da nobreza, e por isso mais exigente que os habituais frequentadores das igrejas, produziam obras mais elaboradas, já que a capela do palácio ducal tinha 24 cantores, ao contrário das igrejas que tinham apenas 4.

Logo que João Lourenço Rebelo concluiu os seus estudos musicais, foi nomeado Mestre da Capela Ducal de Vila Viçosa, tornando-se professor do futuro D. João IV.

Após a Restauração da Independência, João Lourenço Rebelo é transferido para a Capela Real de Lisboa, onde lhe são concedidos, primeiro, o título de fidalgo-cavaleiro da Casa Real e, depois, o de Comendador da Ordem de Cristo, o que, se, por um lado, lhe assegura regalias financeiras, por outro, permite-lhe proceder a uma aturada e completa investigação na fabulosa biblioteca musical de D. João IV, que era considerada a melhor da Europa, e que se perderá por completo no terrível terramoto que assola o país, e em especial, a cidade de Lisboa, no ano de 1755.

Contactando com o melhor que se fazia no estrangeiro, nomeadamente, no que concerne ao estilo e a técnicas de composição, João Lourenço Rebelo inspirando-se nas tendências provenientes de Veneza, valoriza os coros e retira ao órgão a exclusividade do acompanhamento musical, trocando-o pelo válido contributo dos instrumentos de sopro.

Em 1649, D. João IV redige um tratado que intitulou Defesa da música moderna contra a opinião errada do bispo Cyrilo Franco, e onde informa sobre a disposição de patrocinar a impressão tipográfica da obra sacra do seu antigo mestre, João Lourenço Rebelo, que, por seu turno, dedicou ao rei português uma missa para 39 vozes no dia do seu trigésimo nono aniversário.

João Lourenço Rebelo, que faleceu na Apelação, Lisboa, a 16 de Novembro de 1661, compôs missas a 4, 5 e 6 vozes, coros a 10, 12, 17 e 20 vozes, salmos, magnificats, motetes, vilancicos, etc.

Porém, parte da sua produção musical que tanto empolgou uma pessoa sabedora nesta matéria, como era o rei D. João IV de Portugal, desapareceu com o sismo de 1755.

Se desejar ouvir a composição “Vésperas de Natal” de João Lourenço Rebelo, poderá fazê-lo na igreja matriz de Oeiras, no dia 5 de Dezembro, pelas 16 horas, integrada na Temporada de Música Antiga ‘Conde de Oeiras’, Flores de Música & Capela Joanina, sob a direcção de João Paulo Janeiro.

Quarta-feira, 24 de Novembro de 2010

Hoje, a NOVA ÁGUIA voa até ao Algarve

24.11.10 - 18h30: Biblioteca Municipal de Olhão
24.11.10 - 21h30: Sociedade de Instrução e Recreio Messinense

Domingo, 21 de Novembro de 2010

Mais fotos do lançamento na Figueira da Foz


Diário da NOVA ÁGUIA: 19 de Novembro



A Figueira da Foz está a tornar-se num dos locais de eleição do nosso Mapiáguio. Já lá decorreram vários lançamentos da NOVA ÁGUIA e outros estão já prometidos. Muito por culpa da Evy Prola que, em representação da Casa de Angola da Figueira da Foz (CAFF), promoveu este e prometeu promover os próximos. O que decerto acontecerá, dado o extraordinário espírito de iniciativa da Evy…

A chegada foi demorada – a saída de Lisboa, dado o tempo e a Cimeira da NATO, foi sinuosa… - mas ainda chegámos a tempo de apresentar o último número da revista, numa sessão presidida pelo Professor António Tavares, Vereador da Edilidade, a que se seguiu um prolongado beberete, com vários brindes e conversas cruzadas, e ainda um magnífico jantar, num restaurante chamado “O Teimoso”. Piada a quem?

Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010

Hoje: lançamento da NOVA ÁGUIA nº6 na Figueira da Foz

19.11.10 - 18h30: Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz

Em parceria com a CAFF – Casa de Angola na Figueira da Foz

Lista de órgãos eleitos na 1ª Assembleia Geral do MIL


Assembleia Geral:
Miguel Real (Presidente)
Fernando Sacramento (Vice-Presidente)
Isabel Mendes Ferreira (Secretária)

Conselho Fiscal:
Carlos Vargas (Presidente)
Isabel Victor (Vice-Presidente)
Delmar Gonçalves (Secretário)

Direcção:
Renato Epifânio (Presidente)
Rui Martins (Vice-Presidente)
António José Borges
Eurico Ribeiro
José Pires F.
Marcos Guedes
Maria Luísa Francisco

Conselho Consultivo:
Alberto Araújo (Timor-Leste)
Alexandre Banhos Campo (Galiza)
Amorim Pinto (Goa)
Ana F. Nogueira
Ana Maria Silva (Canadá)
Ângelo Lodeiro (Galiza)
António José Bessa Carvalho
Artur Alonso Novelhe (Galiza)
Bernardo Martins Pereira
Carlos Carreira
Carlos Frederico Costa Leite (Brasil)
Chrys Chrystello
Claudiany da Costa Pereira (Brasil)
Evy Eden Martins Prola (Angola)
Filipe Nobre Gomes
Flávio Gonçalves
Heitor Rodal Lopes (Galiza)
J.M. de Barros Dias
Joaquim Afonso
Jorge Ferrão (Moçambique)
Jorge da Paz Rodrigues
Jorge Sousa Brito (Cabo Verde)
José António Sequeira Carvalho (Bélgica)
José Diogo Madeira
José Lança-Coelho
José Lourenço
José Jorge Peralta (Brasil)
José Luís Hopffer Almada (Cabo Verde)
José Manuel Barbosa (Galiza)
Lúcia Helena Alves de Sá (Brasil)
Luís Costa (Timor)
Luísa Timóteo (Malaca)
Mamadu Lamara Bari (Guiné-Bissau)
Manuel Duarte de Sousa (Angola)
Maria Afonso Sancho
Maria de Deus Manso
Mario Chiapetto (Itália)
Miguel Rodrigues Paulo (Bélgica)
Miriam de Sales Oliveira (Brasil)
Noe Nhantumbo (Moçambique)
Nuno Rebocho (Cabo-Verde)
Paulo Daio (São Tomé e Príncipe)
Paulo Pereira (Brasil)
Raul Calane da Silva (Moçambique)
Sam H. Cyrous (Brasil)
Samuel da Costa (Brasil)
Sérgio Rita
Valentim Rodrigues Fagim (Galiza)
Vitorino Morgado (Brasil)
Vitório Rosário Cardoso (Macau)

Sócios Honorários:
Adriano Moreira
António Braz Teixeira
Elsa Rodrigues dos Santos
Lauro Moreira
Manuel Ferreira Patrício
Pinharanda Gomes
Ximenes Belo

Terça-feira, 16 de Novembro de 2010

“Da mentalidade colonialista”

A mentalidade colonialista aparece onde, para muitos, menos se espera – e não, na maior parte dos casos, naqueles em que era mais suposto aparecer. Vem isto a propósito da inusitada reacção de alguns dos nossos governantes – e até do actual Presidente da República – à generosa oferta timorense de comprar dívida pública portuguesa. Uns dias depois do nosso Primeiro-Ministro ter definido “a Lusofonia como prioridade absoluta”, eis que o seu Governo, em “cooperação estratégica” com o actual Presidente da República, dá uma vez mais mostras de miopia, mais do que isso, é caso para dizê-lo, de mentalidade colonialista.

Não é difícil adivinhar o “raciocínio” de tão brilhantes cabeças: “Nós, aceitarmos ajuda de um país como Timor-Leste?!”. Como lapidarmente disse o actual Presidente da República: “Nós não estamos de mão estendida”.

Obviamente, os mesmos não tiverem qualquer pejo em fazer todas as vénias ao Presidente chinês quando este insinuou fazer o mesmo: comprar dívida pública portuguesa. Nesse caso, presume-se, a ajuda não seria “desonrosa”, pois que viria da maior potência económica emergente. Mesmo que, para tal, tivéssemos que varrer para debaixo do tapete todos os atentados aos direitos humanos que continuam a ocorrer na China – e não só no Tibete (este é apenas o caso mais mediático). Agora aceitar a “ajuda” de Timor-Leste, isso já seria, subentende-se, “desonroso”.

Ora, nem se trata propriamente de uma “ajuda”. Timor-Leste, dadas as receitas do petróleo, tem fundos de capitalização que aplica em vários mercados. A intenção de aplicar parte deles na compra da dívida pública portuguesa decorre apenas dessa visão estratégica que, pelos vistos, os governantes timorenses têm e os governantes portugueses teimam em não ter. Numa altura em que Portugal precisa de aliviar o peso dessa dívida pública, nada de mais natural que os nossos países mais próximos – histórica e culturalmente –, que têm alguma disponibilidade financeira, dêem esse passo em frente. Portugal já o fez no passado. Poderá e deverá voltar a fazê-lo no futuro. Entretanto, por exemplo, deveria tentar suprir algumas carências não só de Timor como de outros países lusófonos – nomeadamente, a ausência de profissionais qualificados. Há tanta gente em Portugal desempregada e sem perspectivas de emprego…

Publicado em:
http://mil-hafre.blogspot.com/2010/11/da-mentalidade-colonialista.html

HOJE, MAIS UMA SESSÃO NOVA ÁGUIA

Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010

“Da Lusofonia como prioridade”

Parece ser uma sina dos nossos governantes: só quando estão prestes a sair é que, finalmente, dão mostras de alguma lucidez. O actual Primeiro-Ministro, José Sócrates, é apenas o último exemplo disso. Com toda a gente a apontar-lhe a porta de saída, descobriu agora que “a lusofonia deve ser a prioridade absoluta da política externa portuguesa".

Pelos vistos, foi preciso a Chanceler alemã, Angela Merkel, ter deixado claro que a União Europeia é apenas uma associação de interesses económicos – grande surpresa! – para o Primeiro-Ministro português perceber que as alianças estratégicas devem fundar-se em muito mais do que meros interesses económicos, antes em elos histórico-culturais, pois que são estes que, quando os ventos da economia não sopram de feição, garantem a solidez das alianças estratégicas…

Publicado em:
http://mil-hafre.blogspot.com/2010/11/da-lusofonia-como-prioridade.html

Sexta-feira, 12 de Novembro de 2010

Este Sábado

O Musidanças comemora 10 anos. Para celebrar esta data, no próximo sábado, dia 13 de Novembro pelas 22h00, o Musicbox abre portas a uma mestiçagem de artistas. Uns que já passaram por outras edições do festival e outros que se estreiam!

Será uma noite onde artistas já conhecidos de outras edições do festival, como Lindu Mona, Guto Pires, Tonecas, Francisco Naia e André Cabaço, relembram que o festival já tem uma década mas a lusofonia começou a muito tempo atrás.

A nova geração vem representada por Dama Bete e Natércia Pintor, duas luso-moçambicanas, já conhecidas do público mais atento. Tutin di Giralda vem cantar músicas de cabo-verde e os Family, um dos grupos mais antigos de hiphop português que teve como formação original o Melo D, Double V, Didi, Dj Scratchy e Brother P, reagrupam-se para celebrar este dia. Para terminar a noite em grande, o fadista Hélder Moutinho vem fazer uma participação especial.

É uma noite para quem gosta de mestiçagem, mas também para aqueles que querem dar os parabéns a um festival que já está a entrar na juventude. Depois de se cantar os parabéns, começa o festival. De 19 a 24 de Novembro o Musidanças invade o Tambor que Fala e o Musicbox.

www.musidancas.com

Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010

Diário da NOVA ÁGUIA: 11 de Novembro

Na passada semana estivemos numa Escola Secundária (de Mem Martins). Esta semana estivemos uma Universidade (a Nova de Lisboa), no âmbito do Colóquio “Miguel Reale e o pensamento luso-brasileiro”*. Este número, como se sabe, homenageia o filósofo brasileiro, por ocasião do centenário do seu nascimento – nada pois de mais natural do que apresentarmos a NOVA ÁGUIA a todos os participantes do Colóquio…

Na ocasião, apresentámos igualmente o último livro de Ângelo Alves (A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo, Gaia, Estratégias Criativas, 2010), que considera este projecto como o “terceiro momento alto” da tradição filosófico-cultural portuguesa, após o Movimento da Renascença Portuguesa e o Movimento da Filosofia Portuguesa. Não poderíamos receber melhor elogio…

*Ver fotos:
http://www.iflb.webnode.com/novembro-2010-ix-coloquio-tobias-barreto/

MAR PORTUGUÊS

Mar salgado, quanto do teu sal
Mar salgadu, kai kuantu di bos se sal

São lágrimas de Portugal!
Se largri di Portugal!

Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Treversah kum bos, kuantu mai ja chura

Quantos filhos em vão rezaram!
Kuantu fila filu ja reza seng per nada

Quantas noivas ficaram por casar
Kuantu noiba fikah nungka kazah

Para que fosses nosso, ó mar!
O mar fika nus se mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Teng se balor? Tudu teng balor

Se a alma não é pequena.
Si alma ngka keninu

Quem quer passar além do Bojador
Keng kerey passa rentu ne Bojador

Tem que passar além da dor.
Mesti tokar passa kum tantu sufra.

Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Dios ja dah mar eli se perigu kum se fundezu.

Mas nele é que espelhou o céu
Mas ne eli te speladu ungwa seo.


Poema enviado pela professora Madalena Canas que lecciona em Portugal, na Escola do Paião. O poema de Fernando Pessoa foi traduzido para Papia Português de Malaca.

Publicado em:
http://malaca-portugal.blogspot.com/2010_10_31_archive.html

6 de Dezembro

Revista de Geopolítica

Caros leitores,

A Revista de Geopolítica acaba de publicar seu último número em
http://www.revistageopolitica.com.br/ojs/ojs-2.2.3/index.php/rg. Convidamos
a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens de
interesse.

Agradecemos seu interesse em nosso trabalho,
Edu Silvestre de Albuquerque

Revista de Geopolítica
Vol. 1, No 2 (2010)
Sumário
http://www.revistageopolitica.com.br/ojs/ojs-2.2.3/index.php/rg/issue/view/2

Editorial
--------
Editorial (2-4)

Artigos
--------
A Arte de NÃO Fazer a Guerra: Novos Comentários à Estratégia Nacional
de Defesa (5-20)
Paulo Roberto Almeida

Determinantes Geopolíticos para uma Regionalização do Continente
Africano a partir dos Interesses Comerciais Brasileiros (21-37)
Rosane Salache de Souza, Edu Silvestre de Albuquerque

Segurança no Mediterrâneo: Relações Socia is, Políticas e Econômicas
entre União Européia e África Setentrional no pós-Guerra Fria (38-48)
Beatriz Thomaz Carvalho

Panorama da segunda onda da política externa subsaariana brasileira
(49-56)
Herbert Schutzer

As Bases Geopolíticas dos Sete Povos das Missões (57-71)
Beatriz Maria Soares Pontes

Amazônia: de Eldorado a Zona Franca (72-94)
Roberto Monteiro de Oliveira

Realismo Político e Democracia Sem-Fronteiras (95-115)
Danilo José Dalio

A Importância do Futebol Como Instrumento da Geopolítica Internacional
(116-128)
Thiago Canettieri

Jogos de Estratégia de Computador: Dimensão Hipertextual da Teoria dos
Jogos Geopoliticos (129-149)
Alides Baptista Chimin

Cadernos açorianos

Os cadernos 7 e 8 respetivamente, dedicados a dois autores falecidos dia 8 e 9 de novembro, estão em linha. Trata-se de uma primeira e curta homenagem a MÁRIO MACHADO FRAIÃO E A FERNANDO AIRES


http://www.lusofonias.net/estudos%20e%20cadernos%20açorianos/cadernos%20açorianos%208%20mario%20machado%20fraião.pdf
http://www.lusofonias.net/estudos%20e%20cadernos%20a%C3%A7orianos/cadernos%20a%C3%A7orianos%207%20fernando%20aires.pdf

CONSULTE OS RESTANTES CADERNOS EM http://www.lusofonias.net/estudos%20e%20cadernos%20açorianos/index.htm

--
Chrys CHRYSTELLO, An Australian in the Azores/Um Australiano nos Açores (Portugal)

Quarta-feira, 10 de Novembro de 2010

UM BILHETE DE AGOSTINHO DA SILVA


De Novembro a Janeiro

CARÍSSIMOS,
Regresso ao vosso convívio, propondo-vos o seguinte programa para o período compreendido entre Novembro de 2010 a Janeiro de 2011:

NOVEMBRO

20 – Sábado - Ericeira
Geomância Ocidental II – Seminário Avançado (ver programa específico)
(inscrição prévia)
26 – Sexta-feira – Mafra - 20.30 h
Jantar-tertúlia: Portugal ou República Portuguesa? Reflexões sobre o Interregno nacional
(inscrição prévia)
28 – Domingo – Museu Nacional de Arte Antiga – 10.00 h
Visita-guiada: O Anti-Cristo em Portugal e no MNAA
(inscrição prévia)

DEZEMBRO

5 – Domingo – Quinta da Regaleira – 10.00 h
Visita-guiada: Sob o signo dos Reis sem Coroa e do Interregno de Portugal
(inscrição prévia)
17 – Sexta-feira – Mafra – 20.30 h
Jantar-tertúlia: Comemoração do solstício do Inverno: Do Sol Invicto ao Homem Verde
(inscrição prévia)
Apresentação de livro: Padre Gabriel Malagrida – profecias e detractores


JANEIRO

8 – Sábado – Oeiras – 15.00 h
Inauguração da Exposição, conferência e apresentação de livro: Amuletos
(entrada livre)
15 – Sábado - Ericeira
Geomância Ocidental II – Seminário Avançado (ver programa específico)
(inscrição prévia)
21 – Sexta-feira – Mafra – 20.30 h
Jantar-tertúlia e apresentação de livro: Porque é o dragão e não o galo de Barcelos um dos símbolos de Portugal?
(inscrição prévia)


INFORMAÇÕES, INSCRIÇÕES e ESCLARECIMENTOS
manueljgandra@gmail.com ou tel.: 963075514


Abraço.
Manuel J. Gandra

Da Educação - breve nota

A Excelência é uma palavra tão cara que foi a primeira a ser hostilizada na personificação que encontra no professor satisfeito, feliz e que encontra na Escola mais do que um lugar de trabalho.

Muitos dos que lêem este primeiro parágrafo se afastam sequer da possibilidade de algum dia ter sido assim por tão longe ter sido esse dia. A verdade é que não há Presidente da República sem professor, não há Primeiro-Ministro sem professor, não há médico, não há professor, não há advogado, não há caixa de supermercado, não há sapateiro, não há qualquer carreira, profissão ou trabalho. E menos ainda o há em excelência.

A Escola, pública ou privada ou cooperativa, deve ser como a escola da vida - parte integrante e fundamental da formação do indivíduo.

Não é o ranking que me preocupa. O ranking é apenas um reflexo parcial de uma realidade a que muitos viram a cara só para não se confrontar com a realidade como ela é. Preocupa-me o presente e o futuro; a minha condição pessoal, familiar e profissional; o meu país. Acima de tudo desgosta-me este aparente-não-dar-conta social como se a Educação nada fosse à sociedade quando lhe é a força nas pernas ou as próprias pernas ou os pés de onde estas se esticam para o corpus se manter de pé. Os que de cabeça erguida ou emproada desviam o olhar desta realidade que se lembrem, mesmo se por breves minutos, que de nada vale ao Ser ter a cabeça erguida quando todo o corpo em ruína jaz no chão.

Catarina Inverno

" I Congresso de Teatro “O Estado do Teatro em Portugal”

Nos próximos dias 12, 13 e 14 de Novembro a Associação Intervenção, em parceria com o Centro Cultural do Alto Minho e Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo e o apoio do município de Viana do Castelo, a Fundação INATEL e o Instituto Português da Juventude, vai realizar o I Congresso de Teatro “O estado do Teatro em Portugal”, o qual decorrerá no Auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viana do Castelo.
Este Congresso contará com a presença de especialistas na área do teatro e com personalidades ligas a instituições locais e nacionais que de uma forma ou de outra intervêm no movimento teatral português.
Acresce ainda referir que neste evento estarão presentes especialistas da nossa vizinha Espanha que acompanham de perto a nossa realidade teatral e têm participado na programação e direcção de alguns espectáculos sobretudo na região norte de Portugal.
Os painéis e mesas redondas que estarão em debate são:
· O Teatro no Ensino e O Ensino do Teatro
· A Produção e a Difusão Teatral
· A Gestão Teatral
· A Formação Teatral de nível superior, profissional e autodidacta
· Teatro, Animação e Intervenção Comunitária
· Teatro e Bem-estar
· A descentralização Teatral em Portugal
· Apoios à Produção Teatral
Para além dos debates os congressistas terão acesso a alguns espectáculos teatrais.
Os interessados em participar neste Congresso podem aceder á página da Internet: www.geralintervencao.com.pt onde tem toda a informação necessária, incluindo ficha de inscrição, planeamento de estadia e alimentação e um pequeno roteiro da cidade de Viana do Castelo.
Para qualquer esclarecimento adicional contactar 938539472.

Com os melhores cumprimentos,
Tânia Rodrigues

HOJE: 206º LANÇAMENTO DA NOVA ÁGUIA (NO ÂMBITO DO COLÓQUIO "MIGUEL REALE E O PENSAMENTO LUSO-BRASILEIRO")


Dia 8, Sociedade Histórica da Independência de Portugal (Largo S. Domingos)

16h30: Sessão de Abertura

17h00: Conferência

António Braz Teixeira, “A Ideia de Democracia em Miguel Reale”

Dia 9, Sociedade Histórica da Independência de Portugal (Largo S. Domingos)

9h30: Comunicações

José Maurício de Carvalho: “Etapas do pensamento ontognoseológico de Miguel Reale”

Bruno Maciel Pereira: “A questão da perspectiva filosófica na meditação de Miguel Reale”

Marco Antônio Barroso: “A metafísica conjectural de Miguel Reale”

11h30: Comunicações

Leonardo Prota: “As características distintivas do valor: uma contribuição definitiva de Miguel Reale”

Adelmo José da Silva: “O imorredouro e a superação do historicamente particular no kantismo”

Flávio Alves Martins, “A influência do Culturalismo de Miguel Reale no Código Civil brasileiro de 2002”

Alberto Antunes Abreu, “Positivismo e Anti-Positivismo no final do século XIX”

13h00: Intervalo para almoço

14h30: Comunicações

Paulo Borges, “Natureza, homem e cultura. Para uma crítica do antropocentrismo em Miguel Reale”

Rui Lopo, “As diferenças culturais como problema filosófico: Miguel Reale, Vilém Flusser e Agostinho da Silva”

Dirk Hennrich, “Historicidade, Responsabilidade e Liberdade em Miguel Reale e Vilém Flusser”

Filipe Delfim Santos, “Correspondência entre Delfim Santos e Miguel Reale”

17h00: Comunicações

Leonel Ribeiro dos Santos, “A noção de ‘imagem absoluta’ no pensamento estético de Miguel Reale”

Maria Celeste Natário, “Filosofia da Cultura em Miguel Reale”

Isabel Rosete, “Topologias da Verdade e da Poesia em Miguel Reale”

Rodrigo Sobral Cunha, “O Diálogo com Vico na formação da Filosofia da Cultura Brasileira”

Dia 10, Universidade Nova de Lisboa (Av. Berna, Edifício ID, 4º, S. Multiusos 3)

9h30: Comunicações

Aquiles Cortes Guimarães: “Filosofia do Direito de Miguel Reale”

Ana Paula Loureiro, “Fontes e Modelos do Direito”

João Maluf Júnior, “O elemento de poder na teoria das fontes e modelos do Direito de Miguel Reale”

11h30: Comunicações

Constança Marcondes César, “O problema da liberdade em Miguel Reale”

Alexandro Ferreira de Souza: “O sentido de pensar o nosso tempo: filosofias nacionais”

Renato Epifânio, “Miguel Reale: A filosofia como autoconsciência de um povo”

José Esteves Pereira: “Miguel Reale e a Ideia de Estado”

13h00: Intervalo para almoço

14h30: Comunicações

Guilherme de Oliveira Martins, “A actualidade de Miguel Reale e o moderno Estado de Direito”

Paulo Ferreira da Cunha, “Teoria do Direito e teoria tridimensional do Direito em Miguel Reale”

Clara Calheiros, “Pensar o Direito a partir da ‘bilateralidade atributiva’”

João Bigotte Chorão: “Um brasileiro europeu: Joaquim Nabuco”

17h00: Apresentação de obras

“Actas do VIII Colóquio Antero de Quental”, por António Braz Teixeira

“A Escola de Braga e a Formação Humanística: tradição e inovação” (Actas) / “A Filosofia da Escola Bracarense” (de António Braz Teixeira), por Joaquim Domingues

“O Movimento Fenomenológico em Portugal e no Brasil” (Actas), por Aquiles Cortes Guimarães

“A corrente idealístico-gnóstica do pensamento português contemporâneo: Antero, Pascoaes, Pessoa” (de Ângelo Alves) e “Revista NOVA ÁGUIA nº6”, por Renato Epifânio

Dia 11, Universidade Nova de Lisboa (Av. Berna, Edifício ID, 4º, S. Multiusos 3)

Seminário sobre Filosofia do Conhecimento em Portugal e no Brasil no século XX

9h30: Sessão de Abertura, por Luís Manuel Bernardo

10h00: Mesa-Redonda

Aquiles Cortes Guimarães, “Farias de Brito”

Samuel Dimas, “Leonardo Coimbra”

Carlos Leone, “António Sérgio”

11h00: Mesa-Redonda

Luís Bernardo, “Vieira de Almeida”

José Maurício de Carvalho, “Pontes de Miranda e Djacir Menezes”,

Maria de Lourdes Sirgado Ganho, “Delfim Santos”

12h00: Mesa-Redonda

Luís Loia, “Miguel Reale”

Miguel Real, “Miranda Barbosa”

Cristiana Soveral, “Diamantino Martins”

Manuel Cândido Pimentel, “José Bacelar e Oliveira”

13h30: Intervalo para almoço

16h30: Mesa-Redonda

Joaquim Domingues, “Vilém Flusser”

Constança Marcondes César, “Milton Vargas”

Maria Manuela Brito Martins, “Eduardo Abranches de Soveral”

17h30: Mesa-Redonda

António Braz Teixeira, “Heraldo Barbuy e Gilberto de Mello Kujawski”

Marta Mendonça, “Fernando Gil”

18h30: Sessão de Encerramento

PARA MAIS INFORMAÇÕES:
http://www.iflb.webnode.com/novembro-2010-ix-coloquio-tobias-barreto/